Foi hoje pela manhã, 23 de setembro. A mulher tinha que comprar um remédio. Saímos, ganhamos a Apolônio Sales, entramos na Getúlio Vargas e estacionamos na vaga reservada aos idosos. No carro, além de mim, a mulher e outro idoso, Otta, meu canino de mais de doze anos.
Como eu estava [apenas] servindo de motorista, continuei sentado no banco do motorista e Otta acomodado no banco posterior. A esposa já dentro da farmácia em frente a comprar o remédio que tinha que comprar. Chegou o preposto municipal do trânsito ao lado da janela, farda impecável, empertigado deu bom dia e questionou se eu tinha o cartão de estacionamento. “Sim, tenho”, respondi.
Saquei o cartão do porta-luvas e mostrei ao compenetrado agente para, ato contínuo, receber mais um questionamento: “O cartão é do senhor mesmo?”. Sim senhor, respondi.
Eu estava dentro do carro, motorista habilitado, embora ao carro tenha arranjado uns poucos arranhões. Dentro do carro, ali presente de corpo e alma, estava firme e forte em condições de tirar qualquer dúvida que fosse ou que aparecesse em se tratando do cumprimento das leis de trânsito.
Para minha surpresa, a dedicação do preposto se provou muito mais levada a sério do que eu imaginava: “Mas o cartão deveria estar no para-brisa”, recomendou ao se afastar lentamente para fielmente continuar no seu trabalho de disciplinador do nosso trânsito. “Sim senhor”, novamente respondi me lembrando do sargento da ordem-unida do meu tempo de prestação do serviço militar.
Não creio parecer ter menos de 60 anos e, no meu entendimento, se eu permanecia no interior do carro, pra que colocar o cartão no para-brisa? Mas lei é lei e não custou nada responder as perguntas do jovem preposto. Na realidade, pra que questionar ou dificultar o trabalho de sol a sol do rapaz? Na nossa cultura, o sentimento do jeitinho brasileiro e a falsa noção que as leis têm que ser cumpridas – pelos outros!
Francisco Nery Júnior






É, mas nem todos são certinhos, muitos se deixam elevarem pleos próprios interesses.
Claro que vai haver aquele que trabalha certo, já outros não são tão féis assim. Digo porque já fui vítima de acidente de moto, e o cara que me atingiu estava totalmente errado, e ainda quiseram dar a razão ao irresponsável, fizeram vistas grossas. Sinceramente a lei só existe de Deus, da justiça de Deus ninguém foge!
Deveria ter tentado resolver na hora, mostrando a eles essas ” irregularidade”, conheço o trabalho da Gtran, são totalmente imparciais, trabalhei com eles em 2010. Deixar pra fazer esse comentário infeliz e totalmente descabido depois, perdoe me, foi desinteligência de sua parte
Conheço o trabalho da Gtran, agem na total imparcialidade, e certamente teria averiguado essa suposta irregularidade( da qual não faço a menor ideia), se fosse provocada por vc no ato do sinistro. Fica a dica!
Deveria ter tentado resolver na hora, mostrando a eles essa ” irregularidade”, conheço o trabalho da Gtran, são totalmente imparciais, trabalhei com eles em 2010. Deixar pra fazer esse comentário infeliz e totalmente descabido depois, perdoe me, foi desinteligência de sua parte
Interessante que o nosso cartão não tem nem o nome nem o retrato do idoso. DEVERIA TER. Se o “agente” indagou se o cartão era do professor, e ele poderia ter pedido a identidade para verificar a idade, pra que, então, o cartão??????????
N ão entenderam nada.
Pode ser que esse que o senhor mencionou possa trabalhar diferente dos outros! Pois eu vejo os Taxistas sofrendo com alguns motoristas ocupando o local de trabalho deles e eles nada fazem. Agora o senhor Prefeito não esqueceu de enviar o TFF É o ISS para os Taxistas. Aonde eles pagam para estar no local de trabalho. ADMINISTRAÇAO FRACA.