
O Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal e aos Crimes contra a Ordem Tributária, Econômica, as Relações de Consumo, a Economia Popular e os Conexos (Gaesf), do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), ouviu ontem, ouviu ontem,, dia 3, os depoimentos de gestores e ex gestores da Comércio Varejista e da Máquina de Vendas Brasil Participações, empresas controladores do grupo empresarial detentor da marca Ricardo Eletro.
As oitivas fazem parte da instrução do procedimento investigatório criminal instaurado pelo Gaesf para apurar a prática de sonegação fiscal que gerou prejuízo equivalente a mais de R$ 58 milhões de reais em débitos de ICMS declarados e não repassados ao Fisco Estadual.
As oitivas integradas são uma ação estratégica do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira), colegiado que reúne o Ministério Público estadual, a Procuradoria Geral do Estado (PGE), o Tribunal de Justiça do Estado (TJ) e as secretarias estaduais da Fazenda, da Administração e da Segurança Pública.
A videoconferência para a colheita dos depoimentos contou com a participação dos promotores de Justiça integrantes do Gaesf, Anderson Freitas de Cerqueira, Alex Santana Neves, Cláudio Jenner de Moura, Hugo Casciano de Santana, Inocêncio de Carvalho Santana e Vanezza Bastos Rossi. Participaram também os procuradores do Estado Leôncio Ogando Dacal e Hanna Maia Tavares e a inspetora da Secretaria da Fazenda (Sefaz), Sheilla Cavalcante Meirelles.






Eh Brasil não dar em nada….
A maioria das grandes empresas descontam dos funcionários e não repassam para o INSS nem para o FGTS, como existe politicos por trás , que fica prejudicado é o trabalhador. Nas reformas trabalhistas,e do INSS feita por Bolsonaro tiraram muitas conquistas alegando que iria gerar empregos. Cadê os empregos?
Pelo menos o dinheiro serviu para gerar emprego e renda, melhor que imposto que fica na mão de político.
Dinheiro na mão de político é a pior coisa, não gera nada pra sociedade.
imposto é…!