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Nesta segunda-feira (21), a sessão ordinária da Câmara Municipal encerrou com a primeira discussão sobre a Peça Orçamentária para o exercício financeiro do município do próximo ano, que será de R$ 250 milhões. O maior orçamento que um gestor já teve no município, com aumento de pouco mais de 14% em relação ao deste ano, que teve previsão de R$ 218 milhões.

 

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Enquanto o pessoal discute o Orçamento, Zezinho (PTN), folheia uma revista…

 

Nesta primeira etapa, o vereador Luiz Aureliano (PMDB), lembrou a famosa ‘pedalada’ que segundo afirmam oposicionistas, o prefeito Ailton Bastos (PDT) cometeu, para ficar nas explicações de Alexandre: ‘Valendo-se da ‘benevolência’ dos vereadores da base governista que aprovariam o crédito adicional de R$ 8 milhões sem qualquer questionamento’.

 

A oposição, particularmente Antônio Alexandre, insiste que o valor foi gasto sem a chancela da Câmara e pior: ‘para fins eleitoreiros’, o que em português moderno se configuraria como ‘pedalada fiscal’, pois o gestor só poderia deslocar essas verbas de uma secretaria para outra depois da aprovação da Casa.

 

No próximo ano não haverá eleição, mas político ou melhor: a política não muda. Por isso a importância do cidadão saber como o próximo prefeito irá gerir o nosso rico dinheirinho.

 

O teatro da votação do orçamento

 

A encenação me foi sugerida por Aureliano, numa grande sacada, reconheço. Pois não é que neste mesmo período do ano passado, foi o maior bereguedê do vereador Edson Oliveira (PP), para votar com destaque a verba de R$ 5 milhões que seria utilizada única e exclusivamente para a construção da UTI.

 

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Eis que no projeto de crédito adicional, o prefeito pede o remanejamento do tal destaque, a Câmara aprova, e não fosse a insistência da oposição em mostrar o não comprimento do que está na lei, e ainda acusar de ‘pedalada’, nenhuma outra alma viva achou estranho o deslocamento.

 

″Eu gostaria de reiterar isto, porque é absurdo retirar R$ 5,8 milhões da saúde da medida e alta complexidade, como recurso suplementar e distribuir este dinheiro em outras secretarias […] aí remanejaram e se coloca para a saúde R$ 500 mil para gestão de ação em saúde, uma coisa vazia″, ressaltou em discussão Aureliano.

 

Então cumpre perguntar: para que tanto lero lero? Se no frigir dos ovos, com a submissão costumeira do Legislativo, o prefeito faz mesmo o que lhe der na telha? Para fechar o parágrafo, no município em há três anos se inaugura uma UPA – onde não se ver uma parede erguida, separar 5 milhões para uma UTI no decorrer de um ano, é mesmo uma novela mexicana.

 

″Nós esperamos que vocês que veem aqui para a próxima legislatura, cobrem do prefeito eleito – principalmente porque ele é médico, que este orçamento seja executado e tem até mais recurso, porque a situação da saúde de Paulo Afonso está periclitante, que isto não seja uma peça de ficção″, disse Aureliano referindo-se à oposição e aos vereadores eleitos.

 

″É preciso fiscalizar isto. Eu sou um profissional da saúde e vou cobrar isto, vou fiscalizar″, enfatizou.

 

Principalmente o cidadão que paga para sofrer com os serviços públicos, este é o maior interessado em fiscalizar a gestão dos recursos.

 

 

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COMENTÁRIOS

6 respostas

  1. DR. LUIZ SE CUIDE, ESSA QUADRILHA QUE VAI CONTINUAR MAMANDO NA PREFEITURA, JA COMEÇOU A SE ARTICULAR, PRESTE ATENÇÃO, PRINCIPALMENTE NOS CONTRATOS DE PNEUS. TEM GENTE ALEGRE PENSANDO EM QUANTO VAI MAMAR.

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