
A investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) teve como principal base os depoimentos de duas testemunhas. A primeira relatou que pai e filho chegaram sozinhos em uma motocicleta, aparentavam estar tranquilos, retiraram as camisas, deixaram os pertences organizados ao lado da moto e entraram no rio. Quando os corpos foram localizados, os objetos permaneciam exatamente no mesmo lugar.
Já a segunda testemunha, que pescava na região, afirmou ter presenciado a chegada e a entrada dos dois na água, apresentando um relato compatível com o primeiro depoimento. Familiares também foram ouvidos, mas não forneceram informações que alterassem a linha investigativa.
Pai e filho desapareceram no dia 28 de junho e foram encontrados mortos no dia seguinte. Os exames do Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca não conseguiram determinar a causa das mortes devido ao avançado estado de decomposição dos corpos e às lesões provocadas por animais aquáticos. Por isso, a hipótese de afogamento não pôde ser confirmada nem descartada.
Mesmo com o laudo inconclusivo, a Polícia Civil concluiu que, diante dos depoimentos convergentes das testemunhas, da ausência de sinais de violência e da inexistência de indícios de participação de terceiros, as mortes ocorreram de forma acidental. As informações foram apuradas e publicadas pelo site @sertao142





