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REDAÇÃO - PA4.COM.BR

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Evelyn Ferreira Santana Silva. Foto: arquivo pessoal

Há quase um ano fomos surpreendidos com decretos por partes das autoridades nos informando sobre a situação correlacionada à pandemia, meados de março do ano de 2020. A priori os sentimentos se condensavam entre o desconhecimento, confusão, conflito e medo. E, sobretudo: a insegurança.

 

A grande maioria da população do nosso país não havia passado por algo semelhante. Arriscaria em dizer que quase todos. Contudo, não podemos generalizar. Adentrávamos em um terreno desconhecido, em todos os âmbitos. Quinze dias… era o que muitos pensavam. Mesmo com as prospecções embasadas em estudos científicos que tomavam como base não somente o vírus em questão, mas as pandemias que outrora haviam assolado a humanidade.

 

O ano de 2020 findou com 194.976 mortes de COVID-19. Esses números obviamente, representam mais do que estatísticas, são a expressão de dor, perda, descaso e ineficiência por parte da gestão da coisa pública. O auxilio emergencial foi propagado como uma bonança por parte do governo. Acaso estamos esquecidos dos artigos 203 e 204 da Constituição Federal? Esses, garantem um subsidio do governo em casos de catástrofes, calamidades públicas (como é o caso) dentre outras situações. É direito!

 

A economia por vezes foi colocada em primeira instância em detrimento da saúde pública, os insumos destinados à saúde chegaram de forma precarizada. Faltaram máscaras, álcool, dentre outros elementos fundamentais para o combate ao vírus. Faltou acima de tudo bom senso por parte daqueles que deveriam estimular o povo a não aglomerar, a ficar em casa, faltou empatia com as famílias. Inúmeras vezes ouvimos frases jocosas e sarcásticas da boca de quem deveria levar o assunto enquanto prioridade.




 

Estamos em 2021, e apesar de finalmente termos acesso a vacina, não estamos perto do fim que tanto desejamos. A conduta continua a mesma, os casos aumentam, os hospitais estão em colapso. Os profissionais estão cansados, muitos acometidos ou por doenças advindas do excesso de trabalho, ou pelo vírus. E o povo… nosso povo tão sofrido, anda entre a esperança e a descrença. Me questiono qual o nosso novo normal?

 

Pelo que vejo, continuamos com o antigo normal. O normal em que a elite comanda, manda, desmanda, decide quem ganha ou perde, quem vive ou morre. Mas o segundo questionamento é:  continuaremos aceitando que nos tratem como números? Ou exigiremos o que é nosso por direito? A vida.

 



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COMENTÁRIOS

3 respostas

  1. ESSA PANDEMIA É BASEADA NA RFORMA DA PREVIDENCIA666
    ONDE APOSENTADOS TEM QUE MORRER
    PRÁ O INSS NÃO FALIR DE TANTOS DESOCUPADOS,
    QUE NÃO PAGAM O DESGRAÇADO DO IMPOSTO.,
    TEM QUE HAVER A REDUÇÃO DA POPULAÇÃO ATÉ 2030…
    E COM A DESCULPA DE FIM DAPANDEMIA,
    A VACINA É SÓ A DESCULPA DA OBRIGAÇÃO DE USO DE MASCARA,
    QUEM NÃO USAR A MASCARA NÃO PODE COMPRAR E NEM VENDER,
    E PODE SER PRESO….
    EM BREVE TEREMOS QUE USAR UM CHIP NA MÃO E NA TESTA PRÁ SERMOS MONITORADOS AONDE ANDAMOS..
    O NOVO NORMAL 666
    SERÁ PRÁ VIGIAR SEUS PASSOS PELA ELITE SECRETA 666

    OBS: Os 7 selos são abertos e a cada selo aberto, alguma coisa acontece: no 1º selo surge um cavalo branco com um cavaleiro. Quem que é esse cavalo branco e qual é a sua missão?

    “E, havendo o Cordeiro aberto um dos selos, olhei e ouvi um dos quatro animais, que dizia, como em voz de trovão: Vem e vê! (Apocalipse 6:1)
    “E olhei, e eis que um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso e para vencer.” (Apocalipse 6: 2)
    A VITÓRIA DO CAVALO BRANCO É OS MÉDICOS DA VACINA DA CORONA VÍRUS,,,
    A COROA NÃO ESTÁ NA CABEÇA,,,,
    MAS ESTÁ NA MÃO DIREITA DOS CIENTISTAS QUE É O VÍRUS DE CHAGA MORTAL CORONA VÍRUS……
    O ARCO PRETO NO PESCOÇO DO CAVALO BRANCO É O ESTETOSCÓPIO DOS MÉDICOS….
    OBS: *A abertura do 1º selo
    *Apocalipse 6
    *Por que cavalos?
    *O misterioso cavalo branco
    *Quais são as interpretações para ele?
    *O Evangelho
    *O anticristo
    *Jesus Cristo
    *Comparando Apocalipse 6 com Apocalipse 19

    E O FINAL DO CORONA VÍRUS SERÁ

    OBS: O “número da besta” – 666 – é, talvez, a referência mais famosa do Apocalipse. O trecho que o cita diz: “Quem tiver discernimento, calcule o número da besta, pois é número de homem, e seu número é 666”.
    (Apocalipse 13:18)

    OBS: E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.
    E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,
    Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
    Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

    Apocalipse 13:15-18

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