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Alunos realizam ocupação do Campus Sertão desde a noite da última quarta-feira (19) (Foto: Carlos Eduardo Müller/Arquivo pessoal)
Alunos realizam ocupação do Campus Sertão desde a noite da última quarta-feira (19) (Foto: Carlos Eduardo Müller/Arquivo pessoal)

 

Estudantes de vários cursos ocuparam, na noite da última quarta-feira (19), o campus da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) em Delmiro Gouveia, no Sertão de Alagoas. Nesta quinta (19), o campus de Palmeira dos Índios da Ufal também foi ocupado por alunos. As atividades acadêmicas estão paralisadas.

 

Em Delmiro Gouveia, aproximadamente 150 alunos protestam contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que limita os gastos públicos no país, e a medida provisória sobre a reforma do ensino médio. Segundo os manifestantes, essas medidas afetam diretamente a qualidade da educação pública do país. Depois dessa ocupação, estudantes do campus de Palmeira dos Índios também se mobilizaram.

 

Já em Maceió, estudantes do Ifal realizaram um protesto nesta quinta-feira e tiveram apoio da diretora, Jeane Maria de Melo, que reconheceu o ato como uma manifestação legítima do movimento estudantil, tendo como objetivo apoiar uma educação pública de qualidade. Os alunos irão realizar uma assembleia na sexta (21), para decidir se vão aderir à mobilização de ocupação.

 

Estudantes colocaram uma faixa em apoio ao ato (Foto: Carlos Eduardo Müller/Arquivo pessoal)
Estudantes colocaram uma faixa em apoio ao ato
(Foto: Carlos Eduardo Müller/Arquivo pessoal)

Com essas duas, seis unidades foram ocupadas em Alagoas. Três delas são em campi do Ifal e uma outra em uma escola pública em Arapiraca. Todas foram oupadas pelos mesmos motivos.

 

Segundo um dos estudantes que está no campus da Ufal do Sertão e pediu para não ser identificado, a mobilização é por tempo indeterminado e apenas alunos e professores que forem a favor da paralisação terão acesso ao local.

 

A assessoria de comunicação da Ufal confirmou a ocupação e disse que no início da manhã os responsáveis pela direção estiveram na unidade, mas não conseguiram negociar com os manifestantes.

 

Os estudantes também são a favor de uma greve geral em todos os segmentos da sociedade, como nos setores da Educação e da economia. De acordo com eles, as medidas devem ser tomas para barrar as propostas do governo.

 

Estas foram as primeiras ocupações em universidades públicas de Alagoas. Além desses protestos, os campi do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) de Marechal Deodoro, de Satuba e o deSantana do Ipanema foram ocupados no mês de outubro. Os protestos fazem parte de uma série de manifestações nacionais promovidas pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES).

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COMENTÁRIOS

3 respostas

  1. https://youtu.be/slprU7DPpqY
    Esse minoria de desocupados desrespeitando as leis, a liberdade de ir e vir, não sabem nem pelo que estão lutando, pergunte de eles leram o que diz a Pec241. Assistam o vídeo. E do mesmo jeito na UFAL, IFBA, UFBA, UFRN, UNIVASF, minoria criminosa .

  2. Na UFAL não eram 150 alunos, estive la , impediram qualquer um de entrar, inclusive professores, tinha no máximo 30 manifestantes, que se acharam no direito de decidir pelos outros 2000 alunos da UFAL. Não me representam.

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