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REDACÃO SITEPA4 com informações do Sistema Chesf

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Foto: Sistema Chesf



 

 

O ano de 2020 se apresentou desafiador para todos os ramos de negócios que se viram obrigados a reinventar a forma de atuação e adaptar formatos das relações de trabalho para manutenção de suas atividades.

 

Neste contexto, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) conseguiu transpassar as adversidades e obter resultados importantes, identificados em sua publicação das Demonstrações Financeiras de 2020. O lucro líquido alcançou R$ 2,1 bilhões, resultado 26% inferior ao obtido em 2019, que havia sido fortemente sensibilizado pelo efeito positivo proveniente do reconhecimento de ativos/passivos fiscais diferidos.

 

Destaca-se na composição do resultado expressivo alcançado em 2020, os seguintes pontos: o registro da remuneração do ativo da transmissão – RBSE, R$ 2,4 bilhões (114,0% do Lucro Líquido); ao registro de incentivos fiscais SUDENE, R$ 386 milhões (18,3% do Lucro Líquido); o registro da receita de GAG Melhoria (usinas cotistas), R$ 722 milhões (34,4% do Lucro Líquido); e do efeito negativo pelo registro de provisões operacionais R$ 928 milhões (44,2% do Lucro Líquido).

 

Importante registrar que os programas de desligamentos voluntários ocorridos nos últimos anos, bem como outros esforços direcionados a otimizar gastos, possibilitaram redução do custo PMSO (Pessoal, Material, Serviços e Outros) da ordem de 5%, evidenciada na rubrica de pessoal, que registrou queda de 9 pontos percentuais.

 

O resultado de 2020 aponta a Chesf como empresa preparada para atuar no mercado cada vez mais competitivo.

 










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COMENTÁRIOS

5 respostas

    1. Comentário inútil esse! Vem aqui na usina ver sem tem algum velho que nem você fala sem produzir! Estão é destruindo a empresa no intuito de entregar de graça a iniciativa privada e você seu chico acontecendo isso vai penar quando for pagar a conta de energia porque vai subir demais!

  1. O papel mais importante que as hidrelétricas realizam é o manejo dos rios, e isso não pode estar nas mãos de quem busca apenas maximizar os lucros. Quando há pouca chuva, a empresa deixa de gerar para garantir o consumo humano e a irrigação, o empresário faria isso? Ele abriria mão do lucro maior em prol da sociedade? Mesmo se apresentar prejuízo, a CHESF deve permanecer sob controle governamental.

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