Chesf confirma: 75% das atividades do Hospital Nair já foram repassadas para o Poder Público

Por REDAÇÃO - PA4.COM.BR | 14 de outubro de 2020 às 18:16




 

 

Nota da CHESF

 

Transferência do HNAS avança

 

Há mais de 60 anos, por ocasião da instalação do Complexo de Usinas de Paulo Afonso, na Bahia, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) construiu o Hospital Nair Alves de Souza (HNAS), para prestar atendimento de saúde às pessoas envolvidas no empreendimento e, ao longo do tempo, o HNAS foi sendo utilizado como único hospital da região, atendendo gratuitamente às populações de mais de 20 municípios do entorno.

 

Considerando os elevados custos do Hospital e, sobretudo, porque a prestação de serviço de saúde não faz parte de seu negócio, a Chesf vem em tratativas, há alguns anos, para transferir a unidade hospitalar ao Poder Público.

 

Com muito empenho, a Empresa conseguiu, em 2020, dar início à transferência da gestão, operação e custeio do HNAS.

 

De maneira responsável, para não prejudicar a população, os serviços do Hospital vêm sendo transferidos, na medida de 25% por trimestre, e, desde 01 de outubro de 2020, 75% das atividades do HNAS já foram efetivamente repassadas para o Poder Público.

 

No dia 31 de dezembro de 2020, o HNAS será integralmente desvinculado da Chesf, desonerando a Companhia de custos que se aproximam de R$ 50 milhões por ano e que poderão ser investidos em seus negócios finalísticos.




 



6 pensamentos em “Chesf confirma: 75% das atividades do Hospital Nair já foram repassadas para o Poder Público”

  1. Prezado Ozildo Alves e demais editores do site PA-04, o Colegiado de Medicina da Univasf Campus Paulo Afonso continuará a lutar pela judicialização do termo de compromisso 2018, que irá garantir a passagem da gestão do HNAS (que pertence a Univasf em termos escriturários desde 2015) para a Ebserh, transformando o Nair efetivamente em um Hospital Universitário (HU-PAV); trazendo, consequentemente, grande melhoria para a saúde de Paulo Afonso e de toda a região
    Prof. Sydney Leão
    Coordenador CMED-PAV Univasf

    1. Vale lembrar que passando a adm para a EBSERH será automaticamente necessário haver Concurso Público o que tornará a ocupação das VAGAS justa e não da forma que vem sendo praticada atualmente. Aguardando ansiosamente isso!

  2. A CHESF é uma empresa pública e integra a Eletrobras. Transferir a assistência hospitalar para o município é deixar de cumprir sua obrigação social com os pauloafonsinos e demais ribeirinhos afetados pelas obras da Hidrelétrica (construção de represas e canais).
    Várias vidas foram ceifadas nas obras e o impacto ambiental é irreversível. Pouco importa se o negócio finalístico da CHESF não é a saúde, mas ela tem o dever cumprir uma contraprestação pela exploração das suas atividades no município de Paulo Afonso, considerando que pagamento dos royaltes não são suficientes para isentar a CHESF de sua obrigação socioambiental. A CHESF depositou em juízo apenas 40 milhões, quando ela mesma afirma que gastava 50 milhões por ano e ficou livre de sua dívida impagável. Isso é um verdadeiro negócio da China. O povo pauloafonsino é muito ordeiro em aceitar passivamente essa indecência da CHESF.

  3. Enquanto nossos irmãos não unificarem suas forças e deixar a democracia em Paulo Afonso só no papel como protetora de uma política que vem arrancando suas riquezas como herança própria
    se beneficiando da Chesf livrando a empresa de suas responsabilidades social com a cidade,Paulo Afonso vai se transformar um futuro elefante branco.Pois os mesmos estão levando a riqueza do nosso povo pra outros estados onde possam buscar refúgios. Acorda meu povo ,ainda há tempo,pouco,mais há!!!!!!!!

  4. Estive recentemente com minha irmã internada naquele hospital. Fiquei angustiado ao saber que a CHESF tem deixado faltar várias medicações e até papéis para fazer receitas dos pacientes, tendo ouvido nos corredores que a empresa não mais enviará formulários impressos para O Nair, e que se a prefeitura quiser, que faça esses papéis e compre as medicações que faltarem. Um absurdo. Sair assim é ótimo. As maçãs do pronto-socorro estão velhas, enferrujadas e não levantam a parte da cabeça para dar um poço mais de conforto aos pacientes. É melhor não precisar do hospital, pois não está bom.

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