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REDAÇÃO - PA4.COM.BR COM G1

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(foto: Rio da Paz/Divulgação)



 

 

Brasil registra 2.349 mortes em 24 horas, novo recorde desde início da pandemia; média móvel também aumenta
País contabilizou 11.205.972 casos e 270.917 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Casos e mortes apresentam tendência de alta.

 

O país registrou 2.349 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas — o maior número desde o começo da pandemia — e totalizou nesta quarta-feira (10) 270.917 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.645, também um recorde. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 43%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

 

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quarta-feira.

 

Na terça-feira, Goiás não tinha divulgado seu total de mortes, o que elevou a soma do estado hoje. Nesta quarta, o Distrito Federal não divulgou seus números de mortes e de casos.

 

Também já são 49 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, 13 dias acima de 1,1 mil, e pelo décimo primeiro dia a marca aparece acima de 1,2 mil. Foram 12 recordes seguidos de 27 de fevereiro até aqui.

 

Veja a sequência da última semana na média móvel:

 

Quinta-feira (4): 1.361 (recorde)
Sexta-feira (5): 1.423 (recorde)
Sábado (6): 1.455 (recorde)
Domingo (7): 1.497 (recorde)
Segunda-feira (8): 1.540 (recorde)
Terça-feira (9): 1.572 (recorde)
Quarta-feira (10): 1.645 (recorde)

 

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 11.205.972 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 80.955 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 69.107 novos diagnósticos por dia — a maior média de casos desde o começo da pandemia. Isso representa uma variação de 32% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.

 

Vinte e dois estados estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, ES, SP, GO, MS, MT, AC, AP, PA, RO, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

 

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

 

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.




 



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COMENTÁRIOS

Uma resposta

  1. Diante do aumento expressivo de mortes e de casos confirmados de COVID-19 no país, nesta fase apontada pelos especialistas como o pior momento da pandemia no Brasil, sendo real e iminente o risco de colapso do
    sistema de saúde público e privado do país, é extremamente necessário ampliar as medidas restritivas, reforçar os protocolos sanitários e intensificar a fiscalização para evitar uma propagação ainda maior desse vírus letal e a consequente explosão de casos simultâneos, o que representaria o caos, sobrecarregando hospitais já tão carentes de leitos e suprimentos médicos essenciais.

    A grande maioria da população tem consciência da gravidade da pandemia, mas há aqueles que não se importam com os perigos que correm circulando por aí sem a mínima proteção pessoal contra a Covid-19, acham que se trata de uma “gripezinha” e acabam desrespeitando os protocolos sanitários estabelecidos pelo poder público, pondo em risco a vida da população. Risco de morte !!

    A luta contra o coronavírus não é apenas do Estado. Essa luta é de todos nós.

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