Por Washington Luís – DRT/BA nº. 4.109
Desde o século I os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século IV já encontramos a memória dos mortos da celebração da Missa. Desde o século V a igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI os Papas Silvestre II, João XVIII e Leão IX obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XII esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 02 de novembro, porque o dia 1º de novembro é o dia da Festa de Todos os Santos, que celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados.
A programação religiosa teve início às 07:00 com a celebração da primeira Santa Missa, presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Guido Zendron, seguida de louvores, mensagens bíblicas, testemunhos e distribuição de literaturas, sob a coordenação de várias igrejas evangélicas, que se revezaram durante todo o dia, e encerrou – se às 18h00, quando cerca de 5 mil pessoas assistiram a última celebração católica.





