14 de abril de 2026

Denúncia: Funcionária Santa Brígida

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Solicito que gentilmente publique mais uma perseguição que venho sofrendo com relação ao meu emprego em Santa Brígida. O senhor já divulgou uma outra denúncia minha quando o prefeito Padre Teles não pagou o meu mês de janeiro trabalhado.


Meu nome é Maria de Jesus Santos, mais conhecida como D. Biduca, tenho 54 anos, sou concursada há 20 anos da Prefeitura Municipal de Santa Brígida e estava lotada como cozinheira na Delegacia Pública do município.


… Salete (mulher de Anilton) foi dar vacina nos presos. Ai, nós cozinheiras aproveitamos e tomamos também. O delegado não estava,  pois quando chegou procurou saber onde é que tomamos a vacina, e eu respondi que foi no braço, aí ele disse que eu deveria ter tomado na língua.


Essa provocação se deu porque domingo, dia 18 de abril, eu estava sozinha na delegacia com os presos. Aí, o telefone tocou por três vezes, chama ate cair, depois repetia, parecia algo urgente, porque sempre repetia a chamada, então, na terceira tentativa eu resolvi atender. Era uma mulher, ela perguntou – com quem estava falando, eu respondi: com a cozinheira da delegacia. De modo que ela disse: cadê o delegado, não se encontra? Respondi que não. Ela continuou: cadê a escrivã? Respondi que também não se encontrava, aí ela falou: Não tem sequer um soldado por ai? Mais uma vez disse que não, ela completou: e se aparecer alguma coisa urgente quem está de plantão? Então, eu respondi: eu e os presos. Aí, ela começou a rir.


O delegado Dr. João Bosco tinha viajado para Maceió desde quarta feira e só retornando na segunda feira, como é de costume. Isto é, o município fica sem delegado durante 04 dias.


Aí a mulher disse: vou ligar pra ele em Maceió.


Quando foi na segunda feira, por volta do meio dia, chegou uma viatura na minha casa. O policial Gene estava no volante e falou que o delegado estava me chamando na delegacia. Já dentro da viatura, o policial falou: “D. Biduca vou levá-la presa” então falei: qual o motivo de me prender? Eu não matei nem roubei.


Chegando lá, falei: Bom dia delegado, o que deseja comigo? Trouxe um presente pra mim? Ele nada respondeu.


Logo depois ele falou: D. Biduca quem ligou pra mim domingo? Falei que não sabia. E o que você disse? Falei que quem estava de plantão era eu e os presos. Então, ele disse que eu não trabalhava mais lá e que procurasse o departamento de pessoal da prefeitura.


Aí eu fui comentar que um policial Sargento bateu num carro que vinha na mão certa e matou o ex- vereador e agropecuarista José Hugo Varjão no mês passado. Então, o policial civil Hilton me chamou de língua de satanás.


Tenho oito filhos, preciso trabalhar, mas não é por isso que não deixo de falar a verdade.

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