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Segundo a Enciclopédia Livre, “panem et circenses”, foi uma política desenvolvida durante a República Romana e o Império Romano que significa nas sátiras de Juvenal, o romano, “pão e jogos circenses”, nas quais o poeta de então descreve o povão, o populacho, como apático, alienado, viciado e dependente das migalhas e dos espetáculos, até com morte de cristãos, ofertados como ”ópio do povo” pelos imperadores romanos.

Guardadas as proporções cabíveis e anacrônicas, em ano eleitoral, como em um passe de mágica, a poucos meses para as eleições de prefeitos e vereadores, surgem milhões de reais para a Tocha Olímpica que o mundo não viu passar na TV, (assim como a Carolina do Chico que não viu o tempo passar na janela), para desgosto do narcisismo imperialista do prefeito da cidade da energia, atochada com o alto custo da vaidade de seu gestor em tempos de “vacas magras” que parecem não ter afetado Paulo Afonso ao anunciar para a Copa de Velas, em setembro, véspera das urnas em outubro, as caríssimas estrelas do Hit Parade nacional, Titãs, Bell Marques e Anita. O $irco está formado. A isca para fisgar os votos da juventude incauta foi lançada.

Claro que festa é um divertimento imprescindível e próprio do ser humano desde os povos ágrafos. Sem festa, sem divertimento, comemoração e sem música, o mundo seria menos humano e a felicidade, efêmera ou não, não existiria.

Contudo, alguns músicos da terra ainda não receberam seus proventos das noites de São João, e, apesar de recepcionar o famigerado Fogo Simbólico, a Tocha, a decadência do Esporte em Paulo Afonso é gritante. Em nenhuma modalidade tem relevância. Seus talentosos atletas não tem a devida atenção da atual Administração Pública. O descaso com o desporto é geral.

Quanto ao pão da frase de Juvenal, o prefeito de Paulo Afonso, o ausente “imperador enrustido”, segundo seu ex secretário de Saúde e ora vereador, mata de fome aos poucos os cristãos mais necessitados quando depois de muito tempo fechado o Restaurante Popular reabre com o aumento escandaloso de 200%, inacessível às camadas mais carentes da população que padecem com a Saúde na UTI, com o desemprego crescente e com a violência turbinada pelo o “Crack”, o mal do século XXI, chaga dos nossos dias que se espraia nos campos e nas cidades ante a impotência do Poder Público. Infelizmente…

Epidauro Pamplona

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