Como já é de costume, sempre que se aproxima um novo pleito eleitoral, tornam-se inevitáveis os boatos sobre o posicionamento das personagens que protagonizam a cena política. Inclusive, muitos desses boatos são muito maldosos e mal intencionados. E apesar de o meu nome ser pouco significante no cenário político rodelense, há quem viva tocando nele o tempo inteiro. Esses dias, por exemplo, tenho ouvido falar que aliados do Prefeito têm comentado que o Gestor nada perde em termos de voto com a minha saída do PT, principalmente, para não ser forçado a apoiá-lo na eleição do próximo ano. Alguns dizem que não tenho votos. Outros dizem que estou louco para me reaproximar do Prefeito, no intuito de apoiá-lo. E há quem diga que apoio candidato A, B ou C.
Assim sendo, gostaria de esclarecer aqui algumas distorções da verdade. Realmente, não sou dono do voto de ninguém, como nunca fui, nem mesmo quando me convidaram a sair candidato a Vereador e a Vice-Prefeito, porque nunca recebi procuração de ninguém para negociar o voto – a dignidade – de quem quer que seja. Todos que me conhecem, sem falsa modéstia, sabem que sou um eterno pregador da liberdade política e de expressão, seja nas ruas, na sala de aula ou entre os amigos, ou ainda no meio da família. Um exemplo claríssimo disso é o fato, nas últimas eleições, em 2010, de meu filho Jonathan, estudante de Ciências Contábeis, ter votado dignamente no ex-candidato a Deputado Federal pelo PV, Sandro Tuxá – nosso irmão indígena -, enquanto eu, naturalmente, estava apoiando o Deputado Joseph Bandeira, do PT, meu partido na ocasião. E olha que conheço muita gente na política que vive ameaçando as pessoas para que nem pensem em votar contra seus candidatos. Imagine se aceitariam, de bom grado, o filho votando, abertamente, em outro candidato que não o seu!
Quero ressaltar que o que temos tentado construir no trabalho, na vida e meio político não é uma relação de dependência, nem de empregado e patrão. Procuro construir a todo tempo, uma relação de respeito, de lealdade, de consciência e de dignidade que nem todas as pessoas compreendem. Jamais alguém me verá cobrando ou exigindo algo de outrem devido à relação política. Quem bem me conhece, seja amigo, colega de trabalho ou familiar, sabe do que estou falando. Afinal, muitos homens falam de caráter, mas poucos o exercitam de verdade; poucos o provam, mesmo porque não é algo que se venda no supermercado da esquina. Essa virtude se origina, muitas vezes, nos berços mais humildes e desestruturados que se possa imaginar.
É preciso lembrar que o povo nada deve ao político. O político é sim um eterno devedor de uma conta impagável!
Dessa forma, disputar uma eleição ou sair em defesa de algum candidato pode demonstrar uma relação de confiança e de coragem, mesmo porque, muitas vezes, acabamos traídos, enganados por falsos idealistas que se escondem dentro de uma redoma. No entanto, não tenho dúvidas de que o tempo e a inteligência do povo cuidará disso. E eu, de minha parte, nem inferior nem superior a ninguém, não me vejo no direito de julgar quem quer que seja. Mas, jamais vou me esquivar de ter um posicionamento porque minha mãe, meus irmãos ou meus amigos ou familiares não vão gostar ou não vão concordar. Não foi à toa, nem foi por acaso que cheguei aos 42 anos de vida, buscando agir conscientemente ao tomar as minhas decisões. Nunca agi, covardemente, ficando em cima do muro, nem mesmo quando sabia que seria o maior prejudicado, bem como nunca me senti amedrontado quando tive de combater, nos mais diversos aspectos da vida, alguém que parecesse muito mais forte do eu. Afinal, a vida é assim, é de batalha, de dificuldades. Quantas vezes na vida, meu Deus, não ouvimos falar que o pequeno Davi venceu o gigante Golias? Eu mesmo, na minha caminhada difícil, e pequeno como sou, embora grande fisicamente, tenho a honra de trilhar com honraria tantos caminhos que nem todos terão a oportunidade de trilhar! E se eu não agisse assim, não seria o Generino que sou!
Quanto às pré-candidaturas já postas em discussão, acho todas louváveis e legítimas, afinal, é um direito que assiste a qualquer cidadão em pleno gozo de seus direitos políticos. Inclusive, tenho uma relação de amizade pessoal com o ex-vereador Silvio Romero – a amizade vem desde a nossa infância e se prolongou na política quando éramos vereadores (2005-2008). Tenho mesmo um respeito por ele, pelo jeito decidido, solícito e amigável, qualidades que pouca gente possui.
Sobre Paula Francinete, posso dizer que é uma grande mulher, guerreira e capaz, embora eu não tenha tanta aproximação. O que sei dela deve-se, principalmente, à convivência com seus familiares e, naturalmente, meus amigos de longa data.
Quanto ao Prefeito, contra o qual não tenho nada pessoal, nem posso falar de amizade; fomos sim aliados políticos em algumas ocasiões e sempre mantivemos uma certa aproximação, mas nada que me obrigue concordar com certas atitudes suas.
O vereador Jovenilson (Nilsinho), um homem leal, amigável, alguém que tive a oportunidade de conhecer melhor através da política, e que acumula uma vasta experiência, desde o seu primeiro pleito eleitoral, quando, aos 21 anos de idade, ainda muito jovem, foi o primeiro Vice-Prefeito do nosso município. Depois disso, Jovenilson encarou vários mandatos de Vereador, inclusive, exercendo, em algumas ocasiões, a presidência da Casa Legislativa, norteado pela lisura, tendo como travesseiro a Constituição Federal.
A lealdade, a dignidade e a honestidade são qualidades marcantes em Jovenilson. Ele demonstrou isso quando estivemos juntos no Partido dos Trabalhadores e não é nenhum segredo para qualquer rodelense. É também notório que ele jamais abandonou os companheiros de luta e, mesmo convivendo, por longo período ao lado do Poder, não há nenhum indício de que tenha se corrompido ou praticado qualquer ato de corrupção, algo muito presente na vida política.
Que é legítimo que o Prefeito queira continuar por mais um mandato no cargo, e que meus amigos Silvio Romero e Paula Francinete, entre outros, possam pleitear o cargo, disso não tenho dúvidas! Mas eu já estou convicto de que estarei defendendo a oportunidade para Jovenilson e espero que o povo rodelense, ao lado de outras lideranças políticas essenciais ao processo, seja sábio, lute por essa candidatura e confirme sua vitória nas urnas em outubro de 2012. Se todos merecem uma oportunidade, esta deve ser a de Jovenilson!
Como já é de costume, sempre que se aproxima um novo pleito eleitoral, tornam-se inevitáveis os boatos sobre o posicionamento das personagens que protagonizam a cena política. Inclusive, muitos desses boatos são muito maldosos e mal intencionados. E apesar de o meu nome ser pouco significante no cenário político rodelense, há quem viva tocando nele o tempo inteiro. Esses dias, por exemplo, tenho ouvido falar que aliados do Prefeito têm comentado que o Gestor nada perde em termos de voto com a minha saída do PT, principalmente, para não ser forçado a apoiá-lo na eleição do próximo ano. Alguns dizem que não tenho votos. Outros dizem que estou louco para me reaproximar do Prefeito, no intuito de apoiá-lo. E há quem diga que apoio candidato A, B ou C.
Assim sendo, gostaria de esclarecer aqui algumas distorções da verdade. Realmente, não sou dono do voto de ninguém, como nunca fui, nem mesmo quando me convidaram a sair candidato a Vereador e a Vice-Prefeito, porque nunca recebi procuração de ninguém para negociar o voto – a dignidade – de quem quer que seja. Todos que me conhecem, sem falsa modéstia, sabem que sou um eterno pregador da liberdade política e de expressão, seja nas ruas, na sala de aula ou entre os amigos, ou ainda no meio da família. Um exemplo claríssimo disso é o fato, nas últimas eleições, em 2010, de meu filho Jonathan, estudante de Ciências Contábeis, ter votado dignamente no ex-candidato a Deputado Federal pelo PV, Sandro Tuxá – nosso irmão indígena -, enquanto eu, naturalmente, estava apoiando o Deputado Joseph Bandeira, do PT, meu partido na ocasião. E olha que conheço muita gente na política que vive ameaçand





