Com as presenças da presidenta Dilma de Lula e José Dirceu a tiracolo no quarto Congresso anual do Partido dos Trabalhadores em Brasília, neste fim de semana, mais de 1.300 delegados do partido traçaram suas diretrizes para as eleições de 2012, visando a Prefeitura e o legislativo das maiores e estratégicas cidades brasileiras.
Em pauta, a coligação com todos os partidos, excetos, o PPS de Roberto Freire, O DEM de ACM Neto e o PSDB de FHC, a limitação do parlamentar do partido a três mandatos, e o financiamento público de campanha política são expoentes distintos de prioridades do PT, cujos dirigentes e militantes omitiram a corrupção e a impunidade, cernes do seu “calcanhar de Aquiles”, tão bem representadas pelo “bruxo” José Dirceu, o mais aplaudido e ovacionado com o refrão “guerreiro do povo brasileiro”, e por outras figuras do “Mensalão” , que rodeavam Lula e Dilma, na polêmica confraternização partidária que suscitou entre seus dirigentes à tendenciosa idéia de impor a imprensa brasileira um “marco regulatório”, prática das ditaduras militares, para a notícia escrita, falada, televisada e eletrônica, supostamente, com o intuito de cercear a liberdade jornalística que tem feito uma perquirição nos esquemas de corrupção do PT e seus aliados, que minam os cofres públicos e envergonham a cidadania, como dizia Rui Barbosa. Ainda bem que o país tem uma Constituição rígida, não se muda atoa.
As bengaladas recebidas por Dirceu no Congresso não deixaram seqüelas. Nem morais. Seus pares no Congresso do Partido suplantaram com as palmas a imoralidade dos mensaleiros , conscientes que “quem com lobos anda, aprende a uivar”…
Por Epidauro Pamplona





