1 de agosto de 2021

Professor Epidauro Pamplona e as “Pérolas do Senadinho”

Por

Redação (pa4.com.br)

Professor Epidauro Pamplona. Foto: Divulgação

 

MARCAS DO TEMPO (HOMENAGEM AO PROFESSOR EPIDAURO PAMPLONA COM TEXTO DO PROFESSOR ZÉ MARIA)

As linhas de expressão no seu rosto que mais nos parece o sulcar da terra seca, dela brote a flor da esperança, a nos lembrar sempre das suas experiências e andanças e ao nos revelar tamanho saber perante tantos outros, façam com que as cicatrizes sejam o resultado do fechamento das feridas que a vida lhe impôs!

AGORA, AS PÉROLAS DO SENADINHO COM PROFESSOR EPIDAURO PAMPLONA

BOLSONARO, O MITO!

“O vocábulo mito, desprovido de qualquer complexidade, traduz uma ideia falsa ou ilusória de uma realidade. Faz parte de invenções que desaparecem quando bem observadas”. O presidente do Brasil, ao ser eleito, não enganou ninguém. Seu temperamento intempestivo eivado de gabolices ao discriminar vertentes da raça humana e de apologias aos torturadores dos anos de chumbo da Ditadura Militar, já expressava sua inaptidão para o cargo-mor da República brasileira que ora, como navio à deriva e seu capitão na Berlinda, (perdido), ostenta os piores índices de mortes pela COVID 19, desemprego e fome, esta, pelo projeto do ministro da economia, Paulo Guedes, o fenomenal “Posto Ypiranga”, seria solucionada com a distribuição das sobras das comidas dos ricos para os pobres. Infelizmente, a corrupção, bandeira que elegeu o “mito” para combatê-la, agora é a principal “cereja do bolo” da CPI da COVID 19, que apura os escândalos na Saúde do desastroso desgoverno do capitão Bolsonaro.

DELMIRO GOUVEIA-AL E PAULO AFONSO-BA: “CONFRONTOS E CONTRASTES”

Cidades irmanadas, ambas identificam-se por várias vertentes sociais, econômicas e turísticas, e, principalmente, pelo intercâmbio comercial, cultural, artístico e fraterno entre seus habitantes que, há muito tempo, formam uma “simbiose” antropológica na dinâmica da luta do dia a dia no sertão nordestino. Simultaneamente, no mesmo período, elegeram seus governadores, ora reeleitos, que deverão, por força da Lei, concluir seus mandatos no próximo ano. Os resultados, até o momento são fatos notórios. Apesar da Pandemia, o mal do século XXI, Delmiro Gouveia e Alagoas deram saltos de qualidade nas gestões do governador Renan Filho, MDB. Saúde, segurança pública, turismo, transportes, estradas, e desenvolvimento econômico com água e energia elétrica no interior do sertão, foram marcantes nas gestões profícuas do atuante e carismático gestor, que, indubitavelmente, deverá eleger seu sucessor.

Entretanto, data vênia (licença) para a comparação, Paulo Afonso na Bahia, “primo pobre” do governo do estado, nas gestões de Rui Costa, PT, talvez por questões ideológicas, apesar de ter o petista, meNino Rangel na Secretaria de Turismo, Industria e Comércio, sem citar os devidos detalhes, foi esquecida e alijada de políticas públicas estaduais que poderiam ter resultados proveitosos no turismo, saúde, emprego e renda e segurança pública. Se depender da capital da energia para eleger seu sucessor, pelo fiasco do partido na eleição passada, Rui, alcunhado de “Correria”, para alcançar à reta de chegada e derrotar ACM Neto, do DEM, deverá correr, com mais “energia”, muito mais…

“POR BAIXO DOS PANOS!”

E por falar nas próximas eleições, majoritária e proporcional, os alinhamentos para a Assembleia Legislativa da Bahia e Câmara dos Deputados estão sendo articulados com às “dobradinhas” entre os novatos e os tradicionais candidatos de oposição e situação. De olho nos ativo$ do polpudo fundo partidário, algumas pessoas, “velhas raposas politicalhas”, reiteradas vezes derrotadas nas urnas, procuram alianças com candidatos “copa do mundo”, usando até a “máquina pública” e fazendo campanha de ouvido a ouvido para que seus líderes, por enquanto, não tomem conhecimento das traições, apostam na “lei de Gerson”, (a que leva vantagem em tudo), para suas locupleta$$ões pessoais. Para estes vendidos aproveitadores, no figurado, vale lembrar a máxima do antigo Lácio: “camelus desiderans cornua, etiam aures perdidit”, ou seja: “camelo que deseja chifres, perde até as orelhas”.

 

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