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Foto: Ricardo Medeiros (A Gazeta)



 

 

Por 9 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (8) que estados e municípios podem impor restrições a celebrações religiosas presenciais, como cultos e missas, em templos e igrejas durante a pandemia de Covid-19 — divergiram os ministros Nunes Marques e Dias Toffoli.

 

Os ministros do Supremo julgaram uma ação do PSD. O partido pedia a derrubada de decreto estadual de São Paulo que proibiu cultos e missas presenciais em templos e igrejas.

 

O julgamento foi marcado para esta semana pelo presidente do STF, Luiz Fux, após decisões conflitantes sobre o mesmo tema dos ministros Nunes Marques e Gilmar Mendes.

 

No sábado (3), ao julgar pedido da Associação Nacional dos Juristas Evangélicos (Anajure), o ministro Nunes Marques aceitou o argumento da liberdade religiosa e proibiu que celebrações em templos e igrejas fossem vetadas por estados, municípios e Distrito Federal em razão da pandemia.

 

Na segunda (5), o ministro Gilmar Mendes tomou decisão divergente. Ele rejeitou liminarmente (provisoriamente) a ação do PSD — que pedia a derrubada do decreto estadual que proibiu cultos e missas em São Paulo devido à pandemia — e enviou o caso ao plenário do STF.




 



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COMENTÁRIOS

3 respostas

  1. O anjo da destruição ia passar e o povo de Deus ficou dentro das suas casas. O povo ficou dentro de casa, o portal tinha sido marcado pelo anjo do Senhor, e o povo se salvou. É hora, pessoal, de ficar dentro de casa. A maneira de nos salvar Deus é quem escolhe. Ficar em casa, buscar mais a Deus, de preferência de joelhos. Deus responde. Gritar dentro da igreja, bradar e se considerar perseguido é fácil. Difícil é pregar pelo testemunho no dia a dia das nossas ações. Cuidado com o faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Só se engana aos simplórios. Ninguém engana a Deus.

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