‘Plano, Conselho e Fundo Municipal de Cultura não foram implantados por inércia da prefeitura de Paulo Afonso’

Por REDAÇÃO - PA4.COM.BR | 1 de julho de 2020 às 22:08




 

 

Nota – Artistas Unidos de Paulo Afonso

 

A construção do projeto da lei de emergência cultural Aldir Blanc resulta de um processo de ampla escuta da comunidade cultural brasileira e de um trabalho coletivo que expressa diferentes vozes, representado por agentes de diversos setores do mundo político, cultural e social.

 

De gestores de Estado a artistas, trabalhadores e trabalhadoras da cultura, passando por técnicos e demais setores que muitas vezes são visibilizados na tessitura dos bens culturais, tais como as costureiras, montadores de palco e cenários, o responsável pela segurança, pela monitoria de cada ato artístico e cultural, os mestres e mestras do conhecimento.

 

Trata-se de um ecossistema com diversas fontes, formas e atores que, na construção dessa proposta legislativa, encontrou voz e vez. A arte e o conhecimento não possuem um partido e uma ideologia. Trata-se de patrimônio comum que constitui a identidade brasileira, do saber e fazer do povo brasileiro em sua mais profunda verdade.

 

Diante da sanção da Lei e de se construir pontes entre a categoria e a sociedade, pedimos que a prefeitura junto com os vereadores da câmara municipal de Paulo Afonso e a categoria, coloquem em prática o Plano Municipal de Cultura que se encontra aprovado e por inércia da Secretaria de Cultura não foi implementado, impossibilitando seus efeitos e dificultando os esforços da categoria que através de editais e projetos de fomento a cultura poderiam contribuir para o fortalecimento da cadeia produtiva e de sua emancipação política e social, corremos um sério risco de não utilizar os recursos da Lei Aldir Blanc, pois o município não possui Conselho de Cultura e não tem implantado o Fundo de Cultura, tarefa que leva tempo e planejamento, e que não foi feito pela falta de interesse da atual gestão, pois o plano fará 03 anos que foi aprovado pela câmara municipal.

 

Precisamos nós artistas e todos os demais atores sociais, cobrar das autoridades competentes a criação do conselho de cultura, do fundo de cultura e tirar o plano de cultura do município do papel, talvez apenas o auxílio de 600 reais deve ser pago aos artistas, já que pela demora do município em viabilizar o conselho de cultura, com certeza não teremos tempo hábil para utilizar os recursos que poderiam nesse momento difícil aquecer a economia local e ajudar a todos os profissionais dessa importante cadeia produtiva.

 




 



6 pensamentos em “‘Plano, Conselho e Fundo Municipal de Cultura não foram implantados por inércia da prefeitura de Paulo Afonso’”

  1. Nada a ver esses projeto .
    Tem gente realmente precisando de ajuda , não é só musico não meu amigo.
    A prefeitura está certa mesmo.
    Essa minoria está querendo queimar o filme do prefeito

    1. todo mundo precisa de ajuda.agora tu acha que a prefeitura gastou o dinheiro do moto Energia são joão e copa vela com a pandemia santa ingenuidade ou bajulamento de político mesmo

  2. Inércia, inércia, se favorecesse eles, estaria feito a muito.
    Perfeito, acorde prá vida, bote os pés no chão, o povo sofre.

  3. Querem auxílio?
    Se acham que tem esse direito, será que as pessoas mais vulneráveis não estão precisando também?
    Se for pelo agir de um DIREITO como cidadãos, que esse direito seja validado por lei já que assim consta pelo o princípio da IGUALDADE. Que se for dado esse direito que seja para todos e em prioridade as mais vulneráveis .

  4. Vocês músicos / artistas passaram esse tempo todo caladinhos em relação a esse plano, agora que colocam a boca no trombone por que hem ? Porque sempre gostaram de votar nos mesmos politicos ajudando a continuidade dessa oligarquia ( procurem saber o que significa OLIGARQUIA).

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