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PAULO AFONSO – A vereadora Evinha Oliveira (Solidariedade), na condição de líder da bancada de oposição, adiantou durante a Audiência Pública na Câmara Municipal, que não vai aprovar apressadamente o Projeto de Lei enviado pelo Executivo que visa destinar a gerência do Hospital Nair Alves de Souza a uma terceirizada.

A parlamentar disse que ficou explícito o jogo de cartas marcadas e que exclui o Parlamento da discussão:
“Eu venho me perguntando como deixaram [a prefeitura] a situação chegar a esse ponto?, essa situação humilhante para quem precisa do serviço de saúde. Eu vejo que isso é um jogo marcado, que deixam a discussão de lado, uma vez que chega aqui um Projeto sobre uma Organização Social e vem a justificativa de que o município não pode arcar com os custos.”

Evinha lembrou ainda, o período da campanha eleitoral em que tudo eram flores, a prefeitura criou cargos na estrutura administrativa do Nair, e nenhuma autoridade se reclamava do ônus de ter que levar uma unidade com as características deste Hospital, que é regional, sozinha.
“Ora, todo mundo sabia que não tinha como, porém, ninguém falou isso na eleição, pelo contrário, falava que podia. À época, o prefeito Luiz de Deus não citou uma Organização Social, o que se viu foram as contratações.”

A vereadora chamou atenção para a terceirização do serviço, sendo que o aporte financeiro continua um peso para Paulo Afonso, mesmo que reduzido a mais da metade, cerca de 1 milhão por mês, além de outro detalhe: a possível malversação de recursos públicos:

“Será que é a única solução?, é bom lembrar que continuam os gastos [da prefeitura] com o contrato. Disseram aqui que essa medida visa trazer tranquilidade para a população e eu não vejo para quem?, vendo que essas organizações Brasil afora, são investigadas por desvios de dinheiro público e nós sabemos que a fiscalização da prefeitura por parte dos seus contratos é um problema.”

A vereadora finalizou seu pronunciamento lembrando aos colegas que eles não podem agir de forma irresponsável votando o projeto sem um profundo debate.
“As pessoas estão acompanhando e elas têm o direito de saber como isso vai acontecer.”




 

 

 









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