13 de junho de 2021

“No momento de aflição o prefeito some e não dar qualquer explicação”, diz Evinha sobre novo decreto

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Assessoria Parlamentar

Vereadora Evinha Oliveira (Solidariedade) líder da bancada de oposição. Foto: Assessoria Parlamentar



 

PAULO AFONSO – A vereadora Evinha Oliveira (Solidariedade) líder da bancada de oposição, questionou, na sessão ordinária desta segunda-feira (31), o prefeito Luiz de Deus (PSD) sobre decisões tomadas por ele que têm um impacto forte em vários seguimentos da sociedade, e que foram decidas sem ouvir os interessados.

A parlamentar explicou que a situação agravada da Covid-19 vem ocorrendo desde o ano passado, e que isto não justifica medidas tomadas sem conversar com os setores que sofrem restrições.

“Reconheço o momento de dificuldade que enfrentamos, dos altos índices que o nosso município apresenta, porém, a prefeitura não quer diálogo, não tem planejamento antecipado e não conversa com os entes da sociedade. Então onde está o prefeito? Por que ele não aparece para dar justificativas?, as pessoas estão aflitas, temem pela sua vida, pelo seu comércio e não há conversa para que as pessoas se programem, muita gente comprou insumos e vai ficar sem ter como vender.”

Evinha reclamou mais uma vez do fato de a prefeitura descumprir a lei aprovada recentemente que obriga a divulgação da lista dos vacinados.
“O prefeito ignora uma lei que ele mesmo assina, é como se o nosso trabalho, as leis que aprovamos aqui não tivessem serventia. ”

A vereadora criticou também a exclusão dos demais funcionários da Educação que ficaram de fora da prioridade para vacinação. A prefeitura optou por imunizar os professores.

“As diretrizes do Ministério da Saúde são claras que todos os profissionais da Educação devem ser vacinados, por exemplo: porteiros e secretárias que não estão em home office, que vão trabalhar e estão excluídos do processo de vacinação; a vida de um porteiro importa tanto quanto a vida de um professor, nós não podemos tratar as pessoas desse jeito. ”

Evinha acrescentou ainda que foi procurada por vários profissionais da Educação que estão indignados com a exclusão.




 

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