
A Prefeitura de Paulo Afonso realizou, na manhã desta terça-feira (5), uma coletiva de imprensa para apresentar o balanço do Moto Paulo Afonso 2026. O encontro reuniu representantes da gestão municipal, da segurança pública e da organização do evento, incluindo o prefeito Mário Galinho, o secretário de Turismo, Indústria e Comércio, Emerson Oliveira, o secretário de Cultura e Esportes, Anderson Tavares, o secretário de Ordem Pública e Segurança Cidadã, Anderson Andrade, o secretário de Planejamento Estratégico, José Renato Melo, além do presidente da AMOPAF, Fábio Martins. Também participaram autoridades das forças de segurança, como o comandante do Policiamento da Região Nordeste, Daniel Figueiredo, e o delegado regional Leon Nikias.
De acordo com dados da Secretaria de Planejamento Estratégico, o evento registrou a participação de 8.400 motociclistas e uma média diária de 20 mil pessoas. A pesquisa apontou ainda que 77% do público era formado por turistas, com ticket médio estimado em R$ 839 por visitante. Com base nesses números, a movimentação econômica gerada pelos turistas chegou a aproximadamente R$ 11,2 milhões no município. Além disso, os moradores locais contribuíram com cerca de R$ 2,2 milhões por dia em consumo durante o período.
Os dados também indicam alto índice de aprovação do evento, com 95% dos participantes avaliando a experiência como positiva. A ocupação da rede hoteleira e o aumento no fluxo em bares, restaurantes e pontos turísticos foram citados como reflexos diretos do evento na economia local.

Na área de segurança, a gestão municipal informou que não houve registro de ocorrências, conforme relatórios das forças envolvidas. O esquema contou com 12 agentes, 25 guardas municipais e o apoio de 50 vigilantes privados, além da atuação integrada com a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. Entre as estratégias adotadas, estiveram ações preventivas, controle de tráfego e monitoramento com tecnologia de reconhecimento facial.
Apesar dos resultados positivos, a pesquisa identificou pontos de melhoria, especialmente relacionados à estrutura de banheiros e estacionamento. Segundo a organização, essas demandas já foram mapeadas para ajustes nas próximas edições.





