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O que matou o agente de trânsito Gildázio Pereira Martins, 40 anos, no último sábado (07), não foi apenas uma colisão, como uma fatalidade. Relatos de testemunhas do acidente ao longo da semana nos meios de comunicação dão conta que o motorista do Fiat Pálio dava “cavalo de pau” não apenas no dia do acidente, mas com a frequencia de quem conta com a impunidade. Segundo informou a polícia, o motorista fugiu sem prestar socorro.

 

Uma pessoa que vai para a rua armada e passa a atirar a esmo deve ser punida por sua atitude ou apenas se acertar alguém? Parece que ninguém tem dúvida quanto à resposta. Dirigir embriagado, ou em alta velocidade, “dar cavalo de pau”, ultrapassar o sinal vermelho ou qualquer outra regra que rege as leis de trânsito pode matar pais de famílias como Gildásio.

 

Acrescente-se à revolta, muita tristeza em ver o garotinho brincando durante a Missa de Sétimo Dia na Catedral Nossa Senhora de Fátima, nesta sexta-feira (13), e o sofrimento dos que têm consciência do fato. E mais: foi com Gildásio, mas o que nos atormenta é saber que o trânsito brasileiro é uma carnificina cujas leis – diga-se duras, infelizmente não consegue conter. Depois da celebração, a viúva de Gil, leu para os presentes: fiéis, amigos e companheiros de trabalho um trecho de Santo Agostinho:

 

“A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.

 

 

Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.”

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