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“Mais uma vez a Prefeitura de Paulo Afonso escolhe beneficiar o empresário e deixa o povo na mão”. Essa foi a declaração do vereador Marconi Daniel (PODEMOS) ao repudiar o aumento de 33% da tarifa do transporte público da cidade que passa a valer no próximo sábado (1º). O anúncio do reajuste da tarifa de R$ 3,00 para R$ 4,00 reais foi divulgado no perfil oficial da prefeitura nas redes sociais nesta terça-feira, 27, e gerou muita reclamação e indignação por parte dos usuários do transporte público do município.

O parlamentar disse que o reajuste ficará marcado negativamente na vida do assalariado. “É dessa forma que a Prefeitura trata o povo, em pleno dia 1º de maio – dia do trabalhador, a gestão dá um presentaço para o pauloafonsino, um aumento no bolso do assalariado. Esse presente vai ficar marcado na vida do povo de forma negativa. Essa é mais uma manobra de extorquir a população. Sábado será uma data sem motivo algum para se comemorar, eles conseguiram fazer com que o povo esqueça de toda uma luta histórica em prol de conquistas”, destacou Marconi.

Marconi lamentou a decisão da atual administração e alegou que este não é o momento nem hora para se pensar em aumento, muito menos em lucros. “Num momento tão delicado, tanto para a economia, quanto para o povo, com o desemprego lá em cima desencadeado pela pandemia, mortes em razão do vírus, e a Prefeitura pensando em lucros, resolvendo ficar do lado dos empresários. Isso só reforça o quanto essa gestão não tem nenhuma sensibilidade. Uma gestão voltada apenas para o dinheiro, e nesta história, infelizmente, quem sai perdendo é o povo”, disse.

O vereador questionou o reajuste da tarifa, uma vez que não houve da empresa Atlântico, responsável pela frota do transporte público, nenhum esclarecimento em relação a substituição da frota zero quilômetro por ônibus que estão apresentando problemas e trazendo uma série de transtornos a população. “Eu vou refazer a pergunta que venho fazendo desde o início do ano, o povo quer saber onde foram parar os veículos zero quilômetro? porque na cidade só vemos veículos que foram reformados, maquiados, circulando. Fica a pergunta”, questionou.




 

Frota com condições precárias

Após ouvir diversas reclamações de passageiros que denunciavam o sucateamento, quebra-quebra e demora nos coletivos, Marconi recorreu, em janeiro deste ano a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Administração e de Finanças, onde cobrou, sem sucesso, por meio de documento, informações sobre a idade dos veículos; idade média inicial da frota; ano e tempo de uso; quantidade de veículos circulando; itinerários; horários e rotas, além de que a empresa cumpra com suas obrigações estabelecidas na proposta de edital de licitação para atuar no transporte público da cidade. Em fevereiro deste ano, o parlamentar levou o caso ao Ministério Público Estadual (MPE), onde protocolou um ofício no órgão, cobrando explicações da omissão das informações por parte da administração municipal.

“Esse aumento vai afetar diretamente o bolso do trabalhador e cidadão mais simples que na realidade local, são basicamente os assalariados, que terão que gastar cerca de 35% do salário mínimo para locomoção ao trabalho, o que representa cerca de R$ 350 reais num serviço precário. Isso é revoltante e inaceitável”, repudiou.

 

 



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