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Mulher alega que tiro foi acidental; polícia investiga motivações (Foto: Reprodução)

 

Uma criança de 11 anos foi morta com um tiro na cabeça disparado pela própria mãe na manhã deste domingo (29) no bairro Itaoca, em Fortaleza. Elisabete Dourado da Silva alega que o tiro foi acidental e ocorreu enquanto ela mexia na arma. Segundo a Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), a mulher não tinha porte de armas e diz que comprou o revólver para se defender.

 

A polícia foi acionada pelos vizinhos e o garoto Iarley Dourado foi levado para o Hospital Distrital Maria José Barroso de Oliveira, mas já chegou com morte cerebral. A mãe foi detida ainda no hospital. De acordo com a polícia, há divergências entre o depoimento da mãe e as informações prévias do perito. Foi instaurado um inquérito e Elisabete segue presa na DHPP.

 

“Ela estava com sinais de quem havia bebido e consumido drogas e outras substâncias, então vamos aprofundar as investigações para apurar o que de fato ocorreu”, declarou a delegada Socorro Portela. Ainda de acordo com a delegada , a mãe da vítima afirmou que comprou a arma na feira da Parangaba há dois meses, por R$ 1,2 mil, “para se defender de uma rival”. As informações são do Correio da Bahia.

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COMENTÁRIOS

Uma resposta

  1. Se dependesse de mim, falo igual ao ex presidente Lula, a arma que existiria era uma “Peteca” ou “Baleadeira”, isso só comprova mais uma vez que arma é para “Polícia” ou Bandido, esse negocio de dizer que tem que ter uma arma pra se defender não existe na minha opinião, o que tem que ter o projeto de justiça seria que saia do papel e puna que rigor a bandidagem, que se faça justiça com seriedade, mais os que administra nosso país são os piores bandidos que são os (P********)

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