Quem não é do ramo pode até estranhar um pouco, mas na ausência de coisa melhor para fazer, a imprensa se dedica a conjecturas inverossímeis e a criar factoides.
Segundo os parlamentares afirmaram no plenário ontem, todo o tipo de negociação foi tentada para que as contas do ex-prefeito Anilton Bastos (Podemos) fossem aprovadas há uma semana. “Nos ofertaram carros, dinheiro etc e tal.”
Então supondo que essas tentativas aconteceram [ lembrando sempre que a bancada de situação, os que estavam presentes à sessão, não contradisseram as suspeitas levantadas ] de onde pode sair alguma possibilidade de os vereadores da oposição racharem na hora de decidir a nova Mesa Diretora da Câmara?, e mais: dado o achincalhamento feito por devotos do ex-prefeito contra eles, neste momento crucial a oposição entregaria o ouro? A lógica grita que não.
O vereador Edilson do Hospital (MDB) é próximo do ex-prefeito Paulo de Deus e percebeu o truque. Depois de ser provocado pelo colega Zé Carlos (PRB) sobre as fofocas em torno de uma possível dissidência dele, foi claro: “Nós estamos unidos e combinados, podem falar o que quiserem.”
O Partido Progressista
O resultado da última votação, da unidade inquebrantável da oposição, vem justamente do entendimento do PP que não exerceu pressão sobre os parlamentares, segundo Pedro Macário.
Tudo está desenhado para Jean Roubert (PTB) presidir a Câmara com apoio do partido, leia-se: os acordos pré-nupciais já foram assinados.







Ainda bem que estão unidos pelo cordão umbilical.
vcs 10 veriadores estao com merdo do …isso e uma vergonha
Grande Edilson, conheco voce, faça uma politica diferente, não se cale