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Foto: reprodução

Que é governo do povo, sabemos. Democracia é o governo da população de um país através dos seus órgãos e indivíduos representativos.

 

Eles perderam a paciência e, como os gregos no Ágora da Grécia, acordaram, se arregimentaram, e fizeram saber a sua posição: é preciso, na guerra que se mostra renhida contra o Covid-19, uma liderança forte e assertiva em nível nacional.

 

E surtiu efeito. Finalmente sozinho, ou quase isso, Jair Bolsonaro, presidente legítimo do Brasil, foi à televisão (nessas horas os velhos meios de comunicação se impõem) e tocou o clarim da batalha para os brasileiros.




 

 

Se o fôlego vai durar até o amanhecer, só breve veremos.

 

O presidente deve ter estudado a Revolução Francesa na Academia. Deve saber que Maria Antonieta, negacionista da fome do povo, snob na avaliação, perdeu a cabeça na guilhotina. Idem para Luís XVI, o marido, na terceira tentativa da queda da navalha. O grosso pescoço do rei resistiu até a terceira tentativa.

 

Até aqui, temos espreitado ansiosamente o desempenho do presidente Jair Bolsonaro nos lembrando de uma bela professora do Colégio Central da Bahia. A pérola que ela deixou para nós foi a afirmação consagrada que “as grandes realizações do mundo são devidas a paranoicos”.

 

A expectativa, carece insistir, é estarmos testemunhando o aparecimento de um Dom Quixote perfeito, milagrosamente trazido do céu, não “em plumas de mil megatons”, mas como resultado da soberana vontade do povo brasileiro. A decepção vem de longe com Jânio Quadros e sua vassoura, João Goulart e suas reformas, Fernando Collor e seus arroubos, Lula e seu populismo de esquerda.

 

Não se trata de desacato a autoridade embutida em texto literário. Mesmo porque, como no leitor, ausente em nós o desejo de enfrentar qualquer processo de calúnia ou difamação. Mas podemos admitir que Jair Bolsonaro tem lá suas idiossincrasias.

 

A breve alocução do presidente ao povo do Brasil que milagrosamente ainda não quebrou, renova as nossas forças. Estamos cansados das nossas tempestades políticas. Admiramos a Índia parlamentarista em estabilidade possível desde a sua independência da Inglaterra em 1947. Reconhecemos o grande salto da China a partir de 1949. Testemunhamos a conversão da rota presidencial em 180 graus. Verificamos o reconhecimento da pandemia e a recomendação da vacinação em massa.

 

Que Bolsonaro, nos 21 meses que faltam para o fim do seu mandato, com a mão firme no timão do transatlântico Brasil, tenha condições de levar o barco para um porto seguro. Se este não afundar no percurso, terá sido uma grande vitória.

 

Francisco Nery Júnior




 



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COMENTÁRIOS

8 respostas

  1. Realmente “sozinho” contra um sistema bruto e corrompido. Foi assim, sozinho, desde que ele começou como político. E foi por isso que ele chegou onde está hoje.
    Simplesmente o melhor Presidente de todos os tempos. Só verdades e a mídia podre morrendo de raiva.
    A Globo lixo bem sabe do ódio que tem de Bolsonaro. Quando vejo quem é contra o presidente tenho certeza que estamos no caminho certo.
    #Bolsonaro2022.
    E Lula de volta pra cadeia.

    1. Diz uma coisa boa que o …fez em todos os anos dele como deputado e agora como presidente. Só uma.
      não sei se o senhor sabe mas o deputado bolsonazi nunca aprovou nenhum projeto de lei e nunca atuou em nenhum comissão importante na câmara. Esse governo desastroso vai entrar para história como um dos piores momentos da democracia brasileira.

      1. Eita que é só mi mi mi. Se liberta dessa ideologia esquerdista comunista.
        Aprenda a pesquisar sobre os trabalhos do presidente. Pesquise!
        Dica: Só não busque em sites de esquerda. Invertem tudo

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