22 de maio de 2026

Bahia autoriza tratamento que associa hidroxicloroquina e azitromicina para pacientes com coronavírus​

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REDAÇÃO - PA4.COM.BR




 

 

O secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, anunciou hoje (8) que o Governo do Estado vai liberar, mediante prescrição médica, o uso da associação dos medicamentos hidroxicloroquina e azitromicina para pacientes internados no Sistema Único de Saúde (SUS) com diagnóstico positivo para coronavírus (Covid-19). A deliberação ocorreu durante reunião da comissão científica criada pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) para analisar as evidências científicas envolvendo a Covid-19, que aconteceu na tarde desta quarta-feira.​


De acordo com Vilas-Boas, que preside a comissão, “a recomendação é que os pacientes hospitalizados recebam os medicamentos o mais precocemente possível após a internação”, ao apontar que temos estoque suficiente para atender até 50 mil pacientes.​


Já o infectologista e presidente do Comitê Estadual de Combate ao Coronavírus, Antônio Bandeira, destaca que “outras alternativas terapêuticas também serão disponibilizadas para emprego no tratamento de pacientes hospitalizados, tais como Ivermectina e Tocilizumabe”. ​


O pesquisador e infectologista Roberto Badaró, integrante do Comitê Científico do Consórcio Nordeste e diretor do Instituto de Ciências da Saúde do Cimatec, explica como funciona a adoção de protocolos. “Há uma evolução muito grande nos modos de tratamento, visto que é uma doença nova e estamos aprendendo como realmente é a epidemia. Os especialistas procuram organizar protocolos de tratamento para não prejudicar os pacientes com remédios experimentais, nem com tentativas desesperadoras de salvar o paciente. Mas a experiência já acumulada nos direciona pra saber quem deve tomar hidroxicloroquina, quem não deve, quem deve ficar em casa e quem deve ser hospitalizado e tratado o mais precocemente possível. E isso só consegue ser ordenado se fizermos esses protocolos. E eles são feitos por quem tem experiência e responsabilidade com a saúde pública”, detalha.​


Participam também do comitê técnico-científico, a subsecretária da Saúde, Tereza Paim, o diretor geral de Gestão das Unidades Próprias, Igor Lobão, a infectologista e diretora geral do Instituto Couto Maia, Ceuci Nunes, o pneumologista Sérgio Jezler e o superintendente de Assistência Farmacêutica, Ciência e Tecnologia em Saúde, Luiz Henrique d’Utra.

 




 



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COMENTÁRIOS

Comentários 4

  1. Pauli says:

    Na moral esse goveenador não é Ptista não.
    Oh cabra bom bom da gota serena.

  2. Observando says:

    Bem que já poderia ter evitado muitas mortes.
    Dia 21 de março o presidente apresentou a cloroquina e lutou até dia 07 de abril pela aprovação.
    Dia 21 de março tínhamos 18 mortes.
    Dia 07 de abril chegou a 667 mortes.
    Ou seja, poderiam ter evitado muitas mortes se tivessem ouvido o presidente.

  3. Carlos Lantyer says:

    Bolsonaro e Trump estavam completamente certos. A esquerda está torcendo contra a cloroquina. Vamos acabar com esta politicagem de perseguição, em meio a pandemia, pois isto está prejudicando a segurança nacional.

  4. Paulo Teixeira says:

    Se realmente é eficaz em ao menos oitenta por cento, já é uma solução.
    Porque não usar. Evitar perdas de vida é ser responsável e não politiqueiro.
    Parabéns Governador.

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