SÃO PAULO – O Ministério das Cidades enviou à imprensa uma “nota de esclarecimento“, na qual responde à reportagem publicada na edição deste fim de semana da revista IstoÉ. A revista afirma que, dos gabinetes do Ministério das Cidades, comandado pelo PP, políticos favoreciam empreiteiras que contribuíram financeiramente com campanhas eleitorais do partido no ano passado.
A nota do Ministério repudia “qualquer prática jornalística não pautada na seriedade da apuração dos fatos“, afirma que as empresas que realizam obras de saneamento, habitação e mobilidade urbana não são contratadas diretamente pelo Ministério e que as verbas são aprovadas mediante projetos e licitações feitas por Estados e municípios.
A nota diz ainda que os fatos relatados ocorreram antes do início da gestão do ministro Mário Negromonte e que todos os cargos de livre provimento do Ministério são preenchidos de acordo com critérios técnicos.
Veja a seguir a íntegra do comunicado:
“Nota de Esclarecimento”
A gestão do Ministro Mário Negromonte, que se iniciou em primeiro de janeiro de 2011, é pautada pela ética e pela transparência; respeitando a liberdade de imprensa e a prestação de contas aos órgãos de controle;
2. Repudiamos veementemente qualquer prática jornalística não pautada na seriedade da apuração dos fatos;
3. As empresas que realizam as obras de saneamento, habitação e mobilidade urbana, ligadas às Secretarias Nacionais do Ministério das Cidades, não são contratadas diretamente pelo Ministério;
4. As verbas destinadas a essas obras são aprovadas mediante projetos e licitações realizadas por Estados e Municípios. Os recursos são repassados à Caixa Econômica Federal, ou a outro operador financeiro, responsáveis pelo acompanhamento e liberação das verbas, mediante o cumprimento de normativos e regras rígidas de medição;
5. Sobre as obras de responsabilidade da CBTU citadas na matéria:
.o Metrô de Salvador foi licitado pelo CTS (Companhia Municipal) com contrato assinado em 1999;
.o Metrô de Fortaleza foi licitado pela Metrofor (Companhia Estadual) com contrato assinado em 1998;
6. Segundo a CBTU, ambas as obras tiveram acórdão do TCU solicitando adequação de preço e recomendando expressamente a CONTINUIDADE das obras;
7. Sobre a imagem publicada na matéria com a informação sobre dispensa de licitaSÃO PAULO – O Ministério das Cidades enviou à imprensa uma “nota de esclarecimento“, na qual responde à reportagem publicada na edição deste fim de semana da revista IstoÉ. A revista afirma que, dos gabinetes do Ministério das Cidades, comandado pelo PP, políticos favoreciam empreiteiras que contribuíram financeiramente com campanhas eleitorais do partido no ano passado.
A nota do Ministério repudia “qualquer prática jornalística não pautada na seriedade da apuração dos fatos“, afirma que as empresas que realizam obras de saneamento, habitação e mobilidade urbana não são contratadas diretamente pelo Ministério e que as verbas são aprovadas mediante projetos e licitações feitas por Estados e municípios.
A nota diz ainda que os fatos relatados ocorreram antes do início da gestão do ministro Mário Negromonte e que todos os cargos de livre provimento do Ministério são preenchidos de acordo com critérios técnicos.
Veja a seguir a íntegra do comunicado:
“Nota de Esclarecimento”
A gestão do Ministro Mário Negromonte, que se iniciou em primeiro de janeiro de 2011, é pautada pela ética e pela transparência; respeitando a liberdade de imprensa e a prestação de contas aos órgãos de controle;
2. Repudiamos veementemente qualquer prática jornalística não pautada na seriedade da apuração dos fatos;
3. As empresas que realizam as obras de saneamento, habitação e mobilidade urbana, ligadas às Secretarias Nacionais do Ministério das Cidades, não são contratadas diretamente pelo Ministério;
4. As verbas destinadas a essas obras são aprovadas mediante projetos e licitações realizadas por Estados e Municípios. Os recursos são repassados à Caixa Econômica Federal, ou a outro operador financeiro, responsáveis pelo acompanhamento e liberação das verbas, mediante o cumprimento de normativos e regras rígidas de medição;
5. Sobre as obras de responsabilidade da CBTU citadas na matéria:
.o Metrô de Salvador foi licitado pelo CTS (Companhia Municipal) com contrato assinado em 1999;
.o Metrô de Fortaleza foi licitado pela Metrofor (Companhia Estadual) com contrato assinado em 1998;
6. Segundo a CBTU, ambas as obras tiveram acórdão do TCU solicitando adequação de preço e recomendando expressamente a CONTINUIDADE das obras;
7. Sobre a imagem publicada na matéria com a informação sobre dispensa de licitaSÃO PAULO – O Ministério das Cidades enviou à imprensa uma “nota de esclarecimento“, na qual responde à reportagem publicada na edição deste fim de semana da revista IstoÉ. A revista afirma que, dos gabinetes do Ministério das Cidades, comandado pelo PP, políticos favoreciam empreiteiras que contribuíram financeiramente com campanhas eleitorais do partido no ano passado.
A nota do Ministério repudia “qualquer prática jornalística não pautada na seriedade da apuração dos fatos“, afirma que as empresas que realizam obras de saneamento, habitação e mobilidade urbana não são contratadas diretamente pelo Ministério e que as verbas são aprovadas mediante projetos e licitações feitas por Estados e municípios.
A nota diz ainda que os fatos relatados ocorreram antes do início da gestão do ministro Mário Negromonte e que todos os cargos de livre provimento do Ministério são preenchidos de acordo com critérios técnicos.
Veja a seguir a íntegra do comunicado:
“Nota de Esclarecimento”
A gestão do Ministro Mário Negromonte, que se iniciou em primeiro de janeiro de 2011, é pautada pela ética e pela transparência; respeitando a liberdade de imprensa e a prestação de contas aos órgãos de controle;
2. Repudiamos veementemente qualquer prática jornalística não pautada na seriedade da apuração dos fatos;
3. As empresas que realizam as obras de saneamento, habitação e mobilidade urbana, ligadas às Secretarias Nacionais do Ministério das Cidades, não são contratadas diretamente pelo Ministério;
4. As verbas destinadas a essas obras são aprovadas mediante projetos e licitações realizadas por Estados e Municípios. Os recursos são repassados à Caixa Econômica Federal, ou a outro operador financeiro, responsáveis pelo acompanhamento e liberação das verbas, mediante o cumprimento de normativos e regras rígidas de medição;
5. Sobre as obras de responsabilidade da CBTU citadas na matéria:
.o Metrô de Salvador foi licitado pelo CTS (Companhia Municipal) com contrato assinado em 1999;
.o Metrô de Fortaleza foi licitado pela Metrofor (Companhia Estadual) com contrato assinado em 1998;
6. Segundo a CBTU, ambas as obras tiveram acórdão do TCU solicitando adequação de preço e recomendando expressamente a CONTINUIDADE das obras;
7. Sobre a imagem publicada na matéria com a informação sobre dispensa de licitaSÃO PAULO – O Ministério das Cidades enviou à imprensa uma “nota de esclarecimento“, na qual responde à reportagem publicada na edição deste fim de semana da revista IstoÉ. A revista afirma que, dos gabinetes do Ministério das Cidades, comandado pelo PP, políticos favoreciam empreiteiras que contribuíram financeiramente com campanhas eleitorais do partido no ano passado.
A nota do Ministério repudia “qualquer prática jornalística não pautada na seriedade da apuração dos fatos“, afirma que as empresas que realizam obras de saneamento, habitação e mobilidade urbana não são contratadas diretamente pelo Ministério e que as verbas são aprovadas mediante projetos e licitações feitas por Estados e municípios.
A nota diz ainda que os fatos relatados ocorreram antes do início da gestão do ministro Mário Negromonte e que todos os cargos de livre provimento do Ministério são preenchidos de acordo com critérios técnicos.
Veja a seguir a íntegra do comunicado:
“Nota de Esclarecimento”
A gestão do Ministro Mário Negromonte, que se iniciou em primeiro de janeiro de 2011, é pautada pela ética e pela transparência; respeitando a liberdade de imprensa e a prestação de contas aos órgãos de controle;
2. Repudiamos veementemente qualquer prática jornalística não pautada na seriedade da apuração dos fatos;
3. As empresas que realizam as obras de saneamento, habitação e mobilidade urbana, ligadas às Secretarias Nacionais do Ministério das Cidades, n
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