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A ex-secretária municipal de saúde de Paulo Afonso, Andréia Bathomarco, que resolveu deixar a Prefeitura Municipal de Paulo Afonso, após a indicação de Luiz Aureliano como novo Secretário de Saúde do Município – disparou contra o médico em relação ao fechamento da Maternidade do Hospital Municipal de Paulo Afonso, no Bairro Tancredo Neves, para ela foi um atitude completamente equivocada. “O que ele fez foi o fechamento da maternidade do HMPA, isso causa a diminuição no número de leitos de obstetrícia dentro do município de Paulo Afonso, sobrecarregando o HNAS que é um hospital que atende a microrregião de Paulo Afonso, que são 9 municípios, e ainda atende outros estados como Pernambuco, Sergipe, Alagoas, isso com certeza está sobrecarregando o serviço.”


Segundo Andréia depois de um estudo realizado por uma consultoria, que foi contratada pela própria secretaria, onde foi constatado que existe um déficit no número de leitos de obstetrícia, em Paulo Afonso e que em vez de aumentar esse número ele fez diminuir. “Foi realizado um estudo pela consultoria da Secretaria de Saúde, uma equipe com pessoas de grande gabarito, ao meu pedido foi realizado um estudo, e o resultado mostrou que existe um déficit de leitos, dentro de Paulo Afonso, leito de clinica cirúrgica, de clinica médica, somando um total de 292 leitos, no resultado, obstetrícia apareceu com déficit de 11 leitos, ou seja, já existiam 10 leitos do Hospital Municipal de Paulo Afonso e existem 32 do Hospital Nair Alves de Souza, somando daria um total de 42 leitos. De acordo com o estudo o número de leitos é calculado em cima do número de habitantes do município”.


Andréia Bathomarco afirmou que o fechamento da Maternidade do BTN prejudicou o povo de Paulo Afonso e principalmente o do BTN que são pessoas carentes. A ex-secretária também disse que Aureliano sempre quis fechar a maternidade do BTN, mas, a secretaria nunca concordou “Dr. Luiz Aureliano sempre cogitou a possibilidade de fechar a maternidade, mas nunca aceitamos, nunca concordamos com essa atitude, até porque os estudos mostravam completamente o oposto. Em 2009, o Hospital Municipal de Paulo Afonso fez em média 833 partos, com o número de leitos que são poucos, 10 apenas, devido a estrutura do Hospital, fizemos muitos partos entre cesáreos e normais e o Nair fez três vezes mais um total de 1547, ele fez mais porque tem três vezes mais leitos do que o HMPA. Não tenho dúvida de que o Nair deve estar, muito sobrecarregado”. 


Eu não concordo em acabar com o serviço, eu concordo de que quando o serviço está ruim, deve procurar melhorá-lo.


“Ele conhecia esse estudo, que foi levantado. Você conhece a população do BTN, é um local distante com pessoas mais carentes, ele disse que essas pessoas poderão contar com a SAMU e ambulâncias, mas caso chegue uma emergência obstétrica, não vai ter um médico obstetra para fazer uma conduta de imediato, como por exemplo, se chegar alguma gestante em crise convulsiva, o tratamento imediato é a retirada do feto, então daí que o desloquem para o Nair Alves de Souza que leva em torno de 15 minutos, por causa das lombadas e do trafego, com certeza isso iria prejudicar a vida da gestante e do feto. Eu não concordo em acabar com o serviço, eu concordo de que quando o serviço está ruim, procurar melhorá-lo. Ele alegou não ter serviço de ultrason no HMPA em tempo integral, mas o HNAS também não disponibiliza do serviço por 24 horas”.


 

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