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O que determina que alguém se tornou profissional? As respostas e opiniões vão além de uma exigência acadêmica. Ser profissional é também uma questão de postura. Ninguém nasce profissional, porém, algumas características ajudam a entender o motivo porque alguns tão cedo passam a construir uma carreira firme e ainda continuam crescendo. É assim com Igor Davi Oliveira Alves. Nasceu em 02 de setembro de 91. Filho de pais empreendedores (Idelfonso Cândido Alves e Ercília Oliveira Alves – proprietários da “Casa dos Ciclistas”, pioneira neste ramo em Paulo Afonso). É irmão de Isadora Oliveira.


 




 


Os negócios da família nunca foram o forte do Igor ‘Gnomo’ (apelidado assim na adolescência por ser considerado por alguns amigos, de difícil ‘localização’), mas ainda assim, participou de alguns campeonatos de ‘bicicross’, porém, o universo musical lhe parecia mais interessante. E assim, influenciado pelas canções que o pai escutava (de Roberto Carlos a Beatles, sem dispensar o ‘chorinho’), o garoto foi surpreendendo. Aos 08 anos, na homenagem do dia das mães na escola, emocionou a sua primeira plateia ao tocar ‘brasileirinho’. Era a sua primeira interpretação autodidata.


 


Adiante, trocou o cavaquinho por um baixo. Reuniu-se com alguns colegas e formou a banda “Di Menor”, unicamente para diversão. Sentiu que o instrumento ainda não era o que mais se adequava ao seu perfil. Trocou o baixo pela guitarra. Paixão à primeira vista. Aos 13 anos, conheceu o professor Osvaldo, que, além de um mestre, tornou-se amigo e conselheiro. Apresentou-lhe novos horizontes musicais. Aperfeiçoou-se no violão. O adolescente parecia estar ficando “careta”. Mas, na verdade, estava apenas descobrindo o refino da música. Identificou-se com o jazz e a música popular.


 




 


“Comecei a enxergar a música não como um hobby e sim, como um elemento que fazia parte de mim”. Nesse período, começou a acompanhar os cantores de nossa cidade, nos chamados “som de barzinho”. Tocou para quase todos. Continuou se dedicando.  Se trancafiava no “quarto/estúdio” e passava no mínimo, 4h por dia ensaiando. Dedicação para acompanhar o ritmo dos seus músicos-cantores, com suas exigências e peculiaridades.


 


Em março, parte para Aracaju onde foi aprovado pela Universidade Federal de Sergipe no curso de licenciatura em música, com pretensão de se especializar na utilização da música como um método terapêutico. Por intermédio do professor/doutor em música Tarj Schineider, estuda convite para participação em simpósios e encontros de música em algumas cidades da Alemanha no segundo semestre deste ano. Na capital sergipana, já ingressou em diversos projetos musicais. Está produzindo, simultaneamente, um CD instrumental autoral (intitulado de “Norjazztinos”) e o 2º da banda Retrofônica. O apoio através de patrocínios seria bem vindo. Agradece a Deus, a família, amigos e a todos os músicos (em especial Osvaldo, Sérgio Chorão, Luciano Magno e Fábio Jean) que o apóiam e deram-lhe a oportunidade.


 


Gnomo é uma palavra derivada do grego que significa “conhecimento ou saber” e, segundo à crença,  transmite sorte, sucesso e harmonia. Ainda que não acreditemos nos seres místicos que povoam a imaginação de muitos, podemos afirmar que o nosso Gnomo é uma grata realidade e que fará prodígios.


 


 


Gravações,shows,free lancer:
75-8807 1158/79 3248 43 70 /
www.myspace.com/igorgnomo

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