No final da jornada, Alcindo anunciou que os parlamentares se mostraram sensíveis com as dificuldades financeiras pelas quais passa a administração do prefeito João Henrique e, juntos, prometeram, no primeiro momento, conseguir o montante de R$ 8 milhões em emendas, através de suas cotas individuais, para a cidade. De acordo com o líder do bloco, se existir pendência da administração de Salvador com a União, acaba dificultando a captação de recursos federais. Segundo ele, o ministro das Cidades, Mário Negromonte (PP), deputado federal baiano licenciado, disse que, se as verbas dos deputados forem destinadas à sua pasta para que ele, enquanto ministro, faça o repasse para João Henrique, o montante pode ser turbinado. Negromonte, que também recebeu os vereadores, confirmou a possibilidade de o Ministério das Cidades repassar recursos para a capital baiana, mas ressaltou que, primeiro, as emendas precisam ser aprovadas pela Câmara e pelo orçamento da União. Contudo, o ministro disse ainda que hoje, ao contrário do que se tem especulado, Salvador, como todos os municípios brasileiros, não tem nenhum recurso garantido na pasta das Cidades. “Hoje não há nada disponível. Estamos no início do ano e o cofre do ministério ainda está parado”, explicou Negromonte, complementando, entretanto, que assim que o processo iniciar, Salvador, a capital baiana, sem dúvida, será ajudada. O grupo de edis se encontrou, além do ministro Mário Negromonte, com os deputados federais baianos Lúcio Vieira Lima (PMDB), Antonio Imbassahy (PSDB), Antônio Brito (PTB), Nelson Pelegrino (PT) e Maurício Trindade (PR). Alcindo disse ainda que os independentes conversaram por telefone com Marcos Medrado (PDT) e Márcio Marinho (PRB), pois não conseguiu encontrá-los.





