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Paulo Afonso tem crescido nos últimos anos e a cidade enfrenta atualmente um problema que prejudica os comerciantes das principais ruas do Centro da cidade por conta da falta de estacionamento.


 


Vários são os fatores que contribuem para que a situação seja crítica. Dentre eles estão a falta de espaço para novas vagas de estacionamento, o aumento do número de veículos na cidade, o aumento da população, etc. Conversando com alguns comerciantes notamos que a reclamação é geral quando o assunto é a quantidade de vagas no comércio da cidade, principalmente na Av. Getúlio Vargas, Rua São Francisco e suas transversais.


 


O objetivo desse texto é gerar a discussão em torno de soluções que sejam viáveis, buscando opinião das pessoas envolvidas (comerciantes, representantes de associações comerciais, prefeitura, vereadores e população) para que possam ser analisadas as melhores saídas para esta questão de forma que o comerciante não perca vendas e que o consumidor não deixe de ter sua necessidade atendida.


 


Atualmente a maioria das lojas do comércio abrem entre 8 e 9 horas da manhã e a partir das 9 horas é difícil encontrar uma vaga na Av. Getúlio Vargas. Muitos representantes, que atendem aos comerciantes fazendo seus pedidos, estacionam os seus carros logo cedo e deixam os mesmos no local até a hora do comércio fechar, os donos de loja também usam essas vagas de estacionamento para colocarem os seus carros e estes também ficam estacionados até a hora do fechamento do comércio. Só esses dois fatores já tomam algumas vagas disponíveis, sobrando poucas vagas para quem saiu de casa com a intenção de comprar, trocar ou simplesmente pagar uma conta em alguma loja. Algumas pessoas esperam por uma vaga ou estacionam um pouco mais longe do seu destino, mas em compensação, temos os casos de pessoas que desistem de ir ao comércio naquele momento deixando para ir em outra hora.


 


Com a aglomeração de carros e motos, há muita desorganização, vagas de deficientes não são respeitadas, motos estacionam em vagas de carros e vice versa, carros ficam parados em locais proibidos (próximo a esquinas, por exemplo) gerando um transtorno no trânsito. Um grande problema é que as pessoas querem parar os carros na frente do estabelecimento que desejam comprar ou pagar algo. Para ter essa comodidade o cliente realmente precisa esperar por uma vaga ou então estacionar um pouco mais longe e ir andando até o seu destino.


 


Nos dias de feira o trânsito é caótico nas mediações dos principais supermercados da cidade, havendo aglomeração de carros que fazem linhas para os povoados, os carros das cidades circunvizinhas (que vem fazer compras em Paulo Afonso) e os próprios veículos dos moradores de Paulo Afonso. Muitos carros ficam parados esperando com o pisca alerta ligado, o que acaba atrapalhando o fluxo.


 


A cidade de Paulo Afonso é uma cidade jovem e a estrutura do centro não foi projetada para ter ruas mais espaçosas que possibilite estacionamento em ângulo sem prejudicar a passagem, de outros carros na via. Muito já foi feito com a divisão das vagas para motos e carros (o que antes não tinha e ficava mais complicado estacionar).


 


Com as promoções das lojas do centro se aproximando a situação piora principalmente nos dias de sábados que é quando as vendas no comércio ficam mais aquecidas. Associações como a CDL (Câmara de Dirigentes e Lojistas) e ASCOPA (Associação dos Comerciantes de Paulo Afonso) discutem o assunto em suas reuniões e buscam minimizar os prejuízos causados por este problema. Além dessas associações, a prefeitura também discute o assunto visando proporcionar melhorias nas áreas mais afetadas.


 


O presidente da CDL de Paulo Afonso, Maciel Teixeira nos informou que “Esta questão vem sendo discutida há vários anos e ainda não temos projetos, ou não foram apresentadas ideias de melhorias no assunto em debate. Algumas poucas sugestões, tais como, direcionar o estacionamento do centro para o Coreto que possui mais de 60 vagas para carros. Mobilizar os empresários para que possam deixar os seus veículos no Centro de Cultura Lindinalva Cabral, onde também temos mais de 80 vagas e deixaríamos as vagas que usamos para  estacionar nossos carros para os nossos clientes. 


 


Nós empresários precisamos  nos mobilizar e começar a buscar soluções juntamente com o poder público,  pois este problema diz respeito a todos e para ser resolvido é necessário o comprometimento da classe empresarial e do poder público com um planejamento muito bem elaborado,  onde busque soluções principalmente para as futuras gerações.”


 


Esse é um problema enfrentado em diversas cidades, principalmente nos centros das capitais mais próximas, que não foram projetados levando-se em consideração o aumento da população e da quantidade de veículos. O que se espera é que possamos em conjunto (governo, comunidade e empresários) achar uma solução que seja viável e de fácil implantação. Com informações de Liane Barreto (Indicador da Cidade).

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