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30 de Janeiro – Aniversário de Epidauro Pamplona


Parabéns!!!


 


Por Epidauro Pamplona


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Quem és tu? O que fizestes?


 


Sou Carlos Alberto de Souza, conhecido no meio literário e profissional como professor Epidauro Pamplona e Carlos Mecânico, respectivamente, filho de Paulo Afonso e de seus pioneiros, mestre Cícero e de Dona Severina costureira, irmão do Dr. “Chico do Concreto”, de “Kinha da Segurança”, de Sonia do hotel Belvedere, da Dra. Lúcia da Universidade Federal da Paraíba, isto só para citar alguns adjetivos de trabalho, intrínsecos à minha árvore familiar que a cidade conhece.


 


Fui forjado no trabalho, na tempera dos meus pais, no reflexo laborativo e produtivo das minhas irmãs e irmãos. Fiz muita cousa na vida: estudei no Ginásio Paulo Afonso, no Religioso de Tucano, conheço um pouco de Música, Inglês, Francês, Latim, Árabe e Tupy-Guarany, e sou, agora, acadêmico de Direito e comentarista “free-lance”, das ondas sonoras do “Tribuna do Povo”, da rádio Betel.


 


Ex-militar rebelei-me contra a Ditadura no Vale da Ribeira em São Paulo, sendo perseguido, torturado e preso pelo Exército Brasileiro, em Paulo Afonso, ali na sua rua, pertinho da sua casa, onde o saudoso e prócer Adauto Pereira de Souza, também foi detido por prepostos das Forças Armadas, na luta pela Democracia.


 


Profissionalmente sinto-me realizado. Trabalhei na Chesf e fui músico de sua banda com a matricula 14858, fui gerente da Construtora Mendes Júnior em Belo Horizonte, em Itaipú no Paraguai, na Mauritânea África Ocidental, No Iraque Oriente Médio e, em Paulo Afonso, sócio-proprietário do Auto Service Macar, onde, em parceria com a “Escolinha” da Chesf, eduquei vários jovens para a vida civil e profissional e, também, adentrei na indústria e comércio de confecções gerando empregos na minha cidade e em Petrolina, Pe.  Fechei a fábrica com o ônus da crise internacional de 2008, e por motivos de saúde.


 


Na vida civil tenho dois casais de filhos independentes e maravilhosos e uma esposa evangélica que amo, sobremaneira, há 36 anos. Politicamente, com diz o poeta, “não é triste mudar de idéia, triste é não ter idéias para mudar”. Pelo PSB, abracei a causa de Lula desde seu intróito na vida pública e renunciei ao PT, quando percebi que, mesmo pagando o “dízimo” relogiosamente, a cúpula politiqueira do Partido dos Trabalhadores de então, como “cachorro de cozinha que não que companhia”, nunca oficializou minha filiação.


 


O convite do prefeito da época, Paulo de Deus, para tomar uma sopa em sua casa veio em boa hora naquele momento, e acabei postulando a Câmara de vereadores, pelo PTB, “de”  Abel Barbosa e Silva, no ano 2000. Saí dos “democratas” junto com Val, meu sobrinho, quando este foi preterido e defenestrado para vice prefeito na chapa derrotada, “sangue azul dos deuses”, em 2004. Desde então, parafraseando Guimarães Rosa, como as pessoas que não são iguais, que não foram terminadas e que estão sempre mudando, milito nas fileiras do Partido Progressista, certo que, “pelo andar da carruagem, pendurarei minhas chuteiras políticas”, nesta agremiação partidária profícua, dinâmica e democrática.

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