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Na contramão do desejo de prefeituras que querem armar seus guardas municipais, o Ministério da Justiça publicou uma portaria interministerial que restringe o uso de armas de fogo pelas polícias de todo o Brasil. A polêmica decisão quer estabelecer a norma de que o agente de segurança só poderá atirar em casos de legítima defesa, ou seja, quando o bandido atirar primeiro.


 


As recomendações valem para suspeitos em fuga, mesmo que armados quando não estejam a atirar; blitz policiais, quando um carro suspeito avançar contra uma ordem fica proibido o uso da força; e inclusive sobre o tipo de armamento utilizado, para que não provoquem “risco injustificado”, de acordo com a portaria.


 


Na opinião de Bene Barbosa, especialista em segurança pública e presidente da ONG Movimento Viva Brasil, a medida quer diminuir o grande número de homicídios, mas para isso coloca em risco a vida dos policiais. “Se o governo não consegue impedir que criminosos continuem matando impunemente, ele tenta de forma irresponsável e perigosa diminuir a letalidade policial para forçar uma queda nos índices de homicídios”, afirmou.

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