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O comércio informal e responsável pelo sustento de inúmeras famílias e passou a fazer parte de estatísticas que dão conta, de que nos últimos anos, a falta de qualificação profissional tem sido o fator determinante para a não contratação de centenas de trabalhadores que, por não terem tido oportunidade, ou condições financeiras, acabam estagnados no tempo, não conseguindo desta forma acompanhar as tendências do mercado que a cada dia se torna mais exigente. Sem falar que se trata de uma atividade que passa de pai para filho, com isso a tradição de um povo não pode nem deve ser rechaçado puro e simplesmente por um gestor sem pulso.


 


“Uma das atividades mais antigas das que se tem conhecimento é o comércio informal. Jesus Cristo em suas andanças podia ser visto no meio do povo humilde e entre barracas armadas nas ruelas das cidades por onde passava. Poucos eram os comércios que dispunham de condições para ter a sua loja ou o seu comércio estabelecido em uma estrutura construída. Naquela época, no entanto, muitos daqueles comerciantes informais eram mascates que perambulavam de cidade em cidade oferecendo suas mercadorias e permaneciam nas barracas improvisadas.


 


Vivemos em uma sociedade elitista onde poucos têm muito e muitos não têm nada vivendo sem perspectivas e à margem da sociedade. Aqueles de índole fraca e sem alternativa, optam enfim por atividades ilícitas, o que gera a violência e a criminalidade. No entanto existem os que apesar de limitados não se deixam abater e não perdem a sua dignidade, preferindo a humilhação digna de um trabalhador informal. “A estes, que se dediquem auxilio e condição de poder ser cidadãos de bem”.


 


Boa parte do comercio formal que escraviza comerciários sugando toda sua energia e pagando salários que não correspondem com sua produtividade festejam este tipo de atitude truculenta. Não podemos nos calar diante de tamanha falta de manejo no trato com os trabalhadores. Melhor um ambulante do que um traficante nas calçadas.


 


http://jornalgentejovem.blogspot.com

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