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Por e-mail: Dioclésio Santos


 


Que algumas coisas passam do limite em Paulo Afonso, todo mundo já sabe. Porém, existe uma situação rotineira que está tirando a paciência do pauloafonsino mais tranquilo que possa existir. A quantidade de carros e motos de propaganda no centro da cidade e nas regiões que ficam próximas é insuportável. Longe de querer tirar o ganha pão dos profissionais desse setor, mas a situação está totalmente fora de controle.


 


Por volta das dez horas da manhã, no calor de rachar que faz em nossa cidade, a gritaria dos locutores nas estreitas ruas e ainda por cima o uso totalmente incorreto da língua portuguesa, é uma tortura (Rui Barbosa deve tremer em seu descanso eterno).


 


Posso estar enganado, mas a questão da poluição sonora é prevista em Legislação Federal. Não sou um rábula, porém gostaria de saber em que situação se encontra a fiscalização desses veículos, já que em nosso município também existe uma lei de autoria do, na época, vereador Paulo Lopis.


 


Para complicar ainda mais, existem alguns donos de ruas que fecham as vias, abrem as portas dos seus brinquedos e atormentam a vida das pessoas durante praticamente todo final de semana. O som é tão alto que fica impossível assistir a um filme ou conversar.  


 


Creio que, na minha extrema ignorância, é dever da gloriosa Polícia Militar passar a agir com mais rigor, já que está previsto em Lei Federal.


 


No entanto, não se pode também atribuir toda a culpa aos proprietários dessas aberrações sonoras. Muitos empresários ainda acreditam que a propaganda é alma do negócio, tirando a paz e o silêncio dos seus possíveis compradores. Por mais barulho que vocês possam fazer as suas irritantes propagandas não irão ampliar as suas vendas.


 


É simplesmente incompreensível em plena era da internet, televisão digital, radiodifusão, que ainda existem dinossauros empresariais que tornam os nossos dias extremamente barulhentos.


 


Dioclésio Santos

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