Compartilhar

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on print

Por Silvano Wanderley


 


 


Para uma cidade de aproximadamente 108 mil habitantes, que por sua vez, foi mensurada pelo último censo 2010, é por demais alarmante a informação acima de que nossa cidade gera em torno de 130 mil toneladas de lixo/dia.


Imaginem os quase 5.500 municípios pelo Brasil.


 


Devemos pensar sobre uma nova forma de usarmos objetos descartáveis que auxiliam no consumo diário, pois estamos colocando lixo por debaixo do tapete, e isso um dia vai acontecer de que não poderemos mais esconder essa realidade.


 


Não há uma política pública a princípio de grande impacto para diminuir ou pelo menos conscientizar a população consumidora dessa ação nociva à nossa biodiversidade e ao nosso meio ambiente.


 


Não estamos trabalhando de forma linear esse tema, tão preocupante, que, por vez, alguns estão a margem periférica do problema tentando mostrar essa realidade sem respaldo e sem apoio.


 


Querem prova?


 


O protocolo de Kyoto, que a cada dia esvaziado em suas projeções e objetivos.


 


Nisso, somos escravos do consumo de grandes corporações e multinacionais que pagam e fazem lobby contrário, para que não mostrem a realidade como ela é.


Realidade essa que está sendo mascarada e talvez, escondida, através das belas propagandas de que consumir e consumir ainda mais, é ter status e que nada vai além disso, ou seja, podemos consumir de tudo que o planeta sozinho resolve onde colocar plásticos, material inflamável e outras mais no lugar devido e sem prejudicar a nossa biodiversidade.


 


Ledo engano, meus caros, convido á todos a visitarem um lixão, um aterro sanitário ou a uma fábrica de reciclagem.


Podemos ir mais além: joguem a sobra de nosso consumo em nosso quintal, a exemplos dos plásticos, roupas velhas, sapatos, papéis ou tudo que não nos servem mais.


Esperem depois disso os resultados em 40 dias, para começar.


 


Necessitamos que um novo modelo de Educação Ambiental de nossos governantes e da sociedade civil organizada, venham propor novas formas de consumo e reciclagem responsável.

Compartilhar

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on print

VEJA MAIS

COMENTÁRIOS

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.