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As eleições das mesas diretoras das câmaras municipais de Glória e Paulo Afonso, polêmicas, foram marcadas por interesses eleitoreiros e pecuniários e a junção extrínseca e inacreditável de partidos políticos, conhecidos como adversários ferrenhos entre si, haja vista o antagonismo histórico e belicoso do PT versus DEM, no pedaço e região.


 


Seus “líderes maiores”, velhos amigos provincianos e ex- chesfianos, antevendo as urnas de 2012 e 2014, com acordos camuflados, atropelaram o bom senso, os eleitores e a ordem natural do óbvio, quando fizeram quase tudo, maquiavelicamente, para ficarem com a maioria e a hegemonia política  nas casas  legislativas das supras citadas cidades.


 


Em Glória, só não elegeram o presidente da Câmara porque um vereador oposicionista, em um lampejo de razão, na última hora, aderiu ao candidato da sra. Prefeita, e porque um outro edil, “democrata”, assim como a “flexa atirada e a oportunidade perdida”, sua palavra não voltou atrás, dada anteriormente ao candidato situacionista, para desespero da “dupla de líderes” que,  perplexa, sem acreditar, ficou com “cara de veado que viu caxinguelê”, lembrando o roqueiro Raul Seixas.


 


Em Paulo Afonso, a unidade oposicionista de vereadores, o G7, resistiu até as ricas propinas de supostos prepostos do Governo Municipal, que tentaram comprar a eleição, desesperados com a má fase de seu prefeito que se notabilizou pela tirania quando tentou derrubar as paredes do colégio Montessori, e quando derrubou os casebres das famílias dos sem-teto da Siriema, deixando mulheres e crianças de madrugada, a céu aberto e ao “deus-dará”, até hoje.


 


Seu “tendão de Aquiles”, a Saúde Pública na “UTI”, sofre a quarta ingerência administrativa em dois anos. A “bola da vez”, contrariando a opinião pública formada, o famigerado médico escolhido com  supostas  “contas” no Judiciário,  é também diretor do sucateado hospital Nair Alves de Souza, médico dos PSFs, e clinica em Petrolândia, PE. 


 


A Secretaria de Saúde do Município de Paulo Afonso, pelo acúmulo de cargos de seu polivalente e “onipresente” titular, deverá ser mais uma rica sinecura, ou um “bico” para insuflar seus polpudos proventos e sua vaidade imperialista, à revelia da rejeição popular e a maioria do Corpo Médico, que não aceita o narcisismo de sua autoridade impositiva, que desagrega valores humanos e profissionais da Medicina, conforme  visto na decadência de materiais e recursos humanos imprescindíveis à vida, na sua gestão administrativa do Nair, da Chesf.


 


A estagnação econômica do município patina na mesmice “democrata” há muito tempo e não permite a evolução da cidade e seus habitantes a curto, médio e longo prazos, enquanto grande parte de sua juventude e de seu tecido social, no ócio, emprega-se no tráfico, suicida-se nas drogas e vira “molambo” nas periferias e lixões, às escuras, na propalada “cidade-Luz”, respectivamente. 


 


Na era “deusística”, agora, a curto, a médio e a longo prazo, as perspectivas,  pelo andar da carruagem, são sombrias e incertas e o continuísmo tende a persistir até, quiçá, as decisões das urnas em 2012.


 


Com estes desmandos, abusos da paciência dos eleitores, em 2010 as eleições vaticinaram a iminente derrocada dos “democratas” não elegendo seus candidatos aos diversos cargos políticos postulados. Neste naufrágio, a tábua de salvação para o prtido seria o apoio do governador  da Bahia para as eleições futuras, e a união com o rachado PT local que o deputado estadual barbudo, “líder maior”, não consegue aglutinar na empreitada nociva e surreal  às ideologias de seus militantes políticos, xiitas ou não. Enfim, complementando o título deste, no figurado, vale salientar também a máxima latina: “cachorro e lobo não se dão bem por muito tempo”…quem viver, verá!!!



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