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A decisão do STF para que a vaga deixada por um parlamentar seja do suplente do seu partido, caso ocorra, terá interferência direta sobre situações semelhantes em outras unidades federativas, como a Bahia. No estado, a situação do ex-pugilista Acelino Popó Freitas (PRB), que comemorou a indicação do deputado federal Mário Negromonte (PP) para o Ministério das Cidades, é a mais polêmica.


 


Suplente da coligação PT-PRB-PP-PDT-PHS-PSB-PCdoB, com 60.338 votos, se a regra for ratificada, ele dará vez a Zé Carlos da Pesca (PP), que obteve 55.350 indicações nas urnas. O PP já fez, na última semana, uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o caso e, antes mesmo da definição, deverá ingressar com uma liminar.


 


Como o PRB fez apenas um deputado federal, a salvação de Popó seria uma possível indicação do Bispo Márcio Marinho para ocupar uma pasta no governo Wagner. A medida, comentam parlamentares aliados, desestimulará a composição de coligações nos próximos pleitos e afetará, inclusive, a lógica para chamada de secretários estaduais da próxima gestão.


 


Em entrevista a Mário Freitas e Karina Waxman, no programa “Casemiro no Ar”, da Tudo FM, Acelino Freitas se mostrou desanimado com a informação de que poderá perder o mandato de suplente, caso haja a determinação do Supremo Tribunal Federal. Para Popó, “a política é complicada. “Acho que daqui até a próxima eleição ninguém vai ter partido. De uma hora para outra muda tudo”, lamentou.


 


O ex-lutador disse que procurará saber dos seus advogados sobre o andamento do debate para tomar as medidas cabíveis. “Vou brigar pelos meus direitos”, salientou. Entretanto, caso o seu mandato seja levado à lona, ele assegurou que não desistirá da política. “Daqui a quatro anos não terei apenas 45 dias antes de assumir o mandato”, alertou.

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