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Jaques Wagner avalia que o espaço dado ao PP no governo do Estado, após a saída do PMDB da sua gestão, não implicará nos mesmos problemas ocorridos na extinta aliança. Conforme o governador, a derrota de Geddel Vieira Lima nas últimas eleições servirá de lição para que Mário Negromonte, indicado para o Ministério das Cidades, não tome o mesmo rumo.


 


“Eu acho que as pessoas aprendem com o tempo. O exemplo disso (rompimento do PMDB) não teve muito sucesso. Então, eu acho que o estilo é diferente, da Dilma, do presidente Lula, e acho que a pessoa (Negromonte) é diferente. Eu acho que Mário tem uma cabeça diferente da de Geddel. O PMDB achou que ia levar o PP e o PDT juntos. Esse era o plano montado pelo PMDB. Não levou nenhum dos dois e eu sou grato aos dois. O PP nacional não se definiu pela candidatura da Dilma, no entanto, Mário sempre defendeu”, exaltou. Wagner salientou, entretanto, que não faz a comparação. “Agora, eu não digo isso (análise da ruptura com o PMDB) olhando sombra. Acho que a gente tem que dar corda para quem tem condições de crescer e se desenvolver, ou para se enforcar”, alertou.


 


O governador Jaques Wagner assegurou que não teve influência para que o deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB) não tenha sido indicado para ocupar um ministério ou outro cargo no governo Dilma. De acordo o petista, o seu ex-aliado foi quem descumpriu com o combinado entre os partidos.


 


“A mesma pessoa que plantou que ele ia para Infraero, foi a mesma que plantou que eu disse que ele não ia. Não sei quem foi. Eu não sou nem da entrada e nem da saída. O PMDB é quem faz as indicações e não me consta que, até agora, tenha feito essa indicação. Se ela (Dilma) trabalhar por meritocracia, ele, no ministério (da Integração Nacional) não construiu aquilo que o projeto político pedia. O projeto político pedia a unidade PT-PMDB, visando 2010. Ele trabalhou contra”, avaliou.


 


O líder baiano salientou ainda que não sabe se o peemedebista ainda poderá integrar a equipe, ou em uma empresa pública ou mesmo, futuramente, em outra pasta. De todo modo, ele diz que não se envolverá no assunto. “Eu não veto ninguém porque não me cabe vetar. O ministério é dela (Dilma). Não funciona assim. Ninguém diz a um presidente o que ele pode fazer ou não pode fazer”, opinou. Com informações do Bahia Notícias.

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