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A proximidade da posse de Dilma Rousseff (PT) como presidente da República tem aumentado a euforia de nomes cotados por todo o Brasil. Na Bahia, não é diferente. Políticos, como o deputado federal Mario Negromonte (PP), surgem na seara das especulações. Conversas de bastidores dão conta de que o Ministério das Cidades, atualmente chefiado pelos progressistas, deverá ficar com o PMDB, que perdeu a pasta das Comunicações para Paulo Bernardo, atual ministro do Planejamento.


 


Contudo, Mario Negromonte acredita que a tão cobiçada Integração Nacional poderá ficar com o seu partido. O ministério, outrora do deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB), hoje ocupado pelo também baiano João Santana, é também alvo de cobiça do governador Jaques Wagner (PT). “O que a gente sabe é que ela (Dilma) deseja fazer um rodízio (de partidos) nos ministérios e implementar a marca dela. Se a pasta das Cidades não ficar com a gente, possivelmente a Integração será do PP”, apostou Negromonte.


 


O líder progressista não faz mistério sobre a possibilidade e sua vontade de ser ministro no governo Dilma, e mantém o discurso de que é o favorito entre os seus pares para receber uma provável recomendação. Nomes como os dos senadores eleitos Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro (PT) também são considerados “fortes” para compor o time de Dilma.


 


Lídice, que pode ser alçada à condição de ministra do Turismo, tratou de se articular e participar do XII Congresso Brasileiro de Atividade Turística, realizado na Câmara, para discutir os impactos dos megaeventos esportivos para o turismo e fez algumas colocações firmes.
 
A senadora eleita ressaltou a importância da qualificação dos profissionais que irão atuar nesse evento, promovendo a “atratividade e satisfação do turista por meio da qualificação profissional de serviços como receptivos de aeroportos, estações, hotéis, funcionários de restaurantes, motoristas de táxi e outros serviços” para a estrutura da Copa do Mundo de Futebol 2014.


 


COBIÇA – Ontem, o ministro das Cidades, Márcio Fortes (PP), ironizou a cobiça dos partidos pela pasta no futuro governo Dilma. Anabolizado nos últimos anos por projetos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida, o ministério se tornou alvo de uma disputa que envolve pelo menos quatro partidos da base governista: PT, PSB, PMDB e o próprio PP, que tenta manter o controle.


 


Ao participar da 58ª reunião geral da Frente Nacional dos Prefeitos, em Belo Horizonte, o ministro disse que nos próximos quatro anos estão previstos investimentos da ordem de R$ 121,7 bilhões do Minha Casa, Minha Vida, R$ 30 bilhões de obras de urbanização, além de R$ 18 bilhões para a mobilidade urbana, previstas no PAC 2.


 


Embora tenha demonstrado resignação em deixar o cargo, o ministro Márcio Fortes disse que o PP continua na disputa pela pasta. O apoio não formal do partido a Dilma, segundo ele, não pode ser usado contra a legenda porque a grande maioria dos diretórios estaduais apoiaram “plenamente” a petista.

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