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Por Silvano Wanderley


 


Ao que parecem, as articulações em torno do paço municipal de 2012 já começou. Tem perfil postulante a gestor de todo estilo, alguns com larga experiência em gerir os destinos de nossa cidade. Até aí tudo bem, mas, por que não temos nomes inovadores e filhos da terra para competir? Será que o empresariado não tem nome diferente para indicar, será que a população não tem amor próprio e quem sabe indicar alguém diferente dos grupos viciados que hoje brigam pelo poder municipal.


 


Convenhamos meus caros, é muito cedo apostar num sucessor do Anilton Bastos, atual prefeito, ele não terminou seu mandato, o povo ainda não votou. As articulações já começaram, e até aprovo estas manobras políticas, pois, entendam que, na fogueira das vaidades políticas dos grupos existentes em nossa cidade, há uma latente preocupação com a população e seu bem estar. Cada grupo quer mostrar seu melhor para a sociedade, e quem ganha com isso é o povo.


 


Podem até achar fantasia, mas analisamos por outro prisma:


 


A cidade tem importância e valor no cenário nacional, possui uma dos maiores complexos hidroelétricos da America Latina, possui índices de IDH satisfatórios em torno de 0, 716, tem infraestrutura de primeiro mundo, políticos de grande importância nacional e com serviços prestados ao Brasil e isso posso citar: Zé Ivaldo – autor e criador dos Royalties -, Vereadores que conseguiram impedir um projeto de nome Mona, que engessavam os ribeirinhos do cânion do São Francisco, a exemplo de Antonio Alexandre, um futuro Ministro de Estado o Mário Negromonte, o José Carlos Aleluia que tem Projetos de Lei importantes, o próprio Anilton Bastos que foi considerado o melhor Prefeito da Bahia e tantos outros.


 


Mas, em minha opinião até agora, os gestores só cumpriram seu dever de casa e nada mais, pois os índices econômicos apenas tornaram-se num paliativo na mensuração final de seus  governos e que esse mesmo povo foi o único responsável na cobrança das políticas públicas para o desenvolvimento social, onde esses políticos são apenas coadjuvantes dessa peça.


 


Dia desses Garanhuns ganhou uma fábrica da Nestlé, aqui ainda nada. Tempos atrás algumas cidades foram contempladas com UTI, mas, para Paulo Afonso só, promessas e conjecturas palacianas governamentais com muita mídia.

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