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Por Francisco Alves (PM)


 


Confesso a todos: Sou um tolo, um idiota!


 


Acreditei que um Assistente Social serviria para “assistir” a população, que essa pessoa teria o dom miraculoso de se colocar no lugar do outro, sentir sua dor e que mesmo que a ajuda não viesse, uma palavra amiga seria proferida.


Passei muito tempo acreditando nisso…


 


Contudo ao ouvir relatos emocionados de meus colegas de farda, ao voltarem da prefeitura, senti que mundo e meus paradigmas a esse respeito caíram por terra.


 


Policiais que como quaisquer outros cidadãos pauloafonsinos, que têm o direito de serem auxiliados em suas necessidades, são vitimas de desdém, “piadas” por assistentes sociais da Prefeitura.


 


Não jogarei a primeira pedra, nem criticarei o governo municipal, que talvez desconheça a situação, mas os funcionários que a prefeitura dispõe, habitualmente, humilham os policiais que os procuram para solicitar qualquer ajudar ou informação.


 


Não peço aqui, que as solicitações de meus companheiros de farda sejam aceitas, pois sei que cada caso tem suas particularidades.


 


O que peço é respeito!


O que peço é que  os policiais que arriscam suas vidas por Paulo Afonso não sejam tratados com desdém ou que a ajuda concedida não seja colocada como um favor ou uma esmola, e se porventura, a recusa do pedido for inevitável, que as tradicionais “piadas” ou ironias não sejam feitas.


 


Nada mais!

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