22 de abril de 2026

Edy Souza: Paulo Afonso de Infinita Beleza

Por

Nasci no sertão baiano


Cidade do interior


Um lugar abençoado


Pelas mãos do Criador


Pois  a própria natureza


Foi quem lhes deu a beleza


Com todo seu explendor !


 


No princípio foi chamada


De Sumidouro e Forquilha


O encanto das cachoeiras


Verdadeira maravilha


Com suas águas represadas


Aos poucos  foi transformada


Numa grande e linda ilha !


 


Serviu de pouso e abrigo


Pro Cangaço e Lampião


O matador destemido


Valente e sem compaixão


Uma verdadeira fera


Lampião e sua Bela


Uma lenda do sertão !


 


O Velho Rei do baião


Saudoso Luiz Gonzaga


Nos versos de uma canção


Tornou Imortalizada


Com sua obra mais prima


Contou em versos e rima


A nossa história cantada !


 


Paulo Afonso foi um dia


Um município de Glória


Mas cresceu imensamente


E alcançou sua vitória


Pode então se libertar


Para enfim se emancipar


Fazer sua própria história !


 


Os homens que aqui chegaram


Pelejaram noite e dia


Com a força da natureza


Trabalhando em harmonia


Foram homens de valor


E a cidade transformou


Na capital da Energia !


 


Um rio de água doce


Limpa, pura e cristalina


Com suas curvas majestosas


De uma beleza divina


Nasci no sertão baiano


Cidade do interior


Um lugar abençoado


Pelas mãos do Criador


Pois  a própria natureza


Foi quem lhes deu a beleza


Com todo seu explendor !


 


No princípio foi chamada


De Sumidouro e Forquilha


O encanto das cachoeiras


Verdadeira maravilha


Com suas águas represadas


Aos poucos  foi transformada


Numa grande e linda ilha !


 


Serviu de pouso e abrigo


Pro Cangaço e Lampião


O matador destemido


Valente e sem compaixão


Uma verdadeira fera


Lampião e sua Bela


Uma lenda do sertão !


 


O Velho Rei do baião


Saudoso Luiz Gonzaga


Nos versos de uma canção


Tornou Imortalizada


Com sua obra mais prima


Contou em versos e rima


A nossa história cantada !


 


Paulo Afonso foi um dia


Um município de Glória


Mas cresceu imensamente


E alcançou sua vitória


Pode então se libertar


Para enfim se emancipar


Fazer sua própria história !


 


Os homens que aqui chegaram


Pelejaram noite e dia


Com a força da natureza


Trabalhando em harmonia


Foram homens de valor


E a cidade transformou


Na capital da Energia !


 


Um rio de água doce


Limpa, pura e cristalina


Com suas curvas majestosas


De uma beleza divina


Nasci no sertão baiano


Cidade do interior


Um lugar abençoado


Pelas mãos do Criador


Pois  a própria natureza


Foi quem lhes deu a beleza


Com todo seu explendor !


 


No princípio foi chamada


De Sumidouro e Forquilha


O encanto das cachoeiras


Verdadeira maravilha


Com suas águas represadas


Aos poucos  foi transformada


Numa grande e linda ilha !


 


Serviu de pouso e abrigo


Pro Cangaço e Lampião


O matador destemido


Valente e sem compaixão


Uma verdadeira fera


Lampião e sua Bela


Uma lenda do sertão !


 


O Velho Rei do baião


Saudoso Luiz Gonzaga


Nos versos de uma canção


Tornou Imortalizada


Com sua obra mais prima


Contou em versos e rima


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