Quem era uma menina que não parava quieta nas mais diferentes brincadeiras nas calçadas da rua das rosas (rua “D” no acampamento Chesf)? Sivaneide Nunes da Costa, chamada por muitos de “Neidinha”. A agitação da infância era o forte DNA que apontava pra um futuro ligado e comprometido com o esporte.
Filha de Severino Francisco da Costa e Iracema Nunes da Costa (ex-funcionário da Chesf, ocupando a função de montador, e dona de casa respectivamente). Tem quatro irmãos (que fazem parte da turma do “s” em família): Silvana, Silvia, Silveria e Sivanildo. Neidinha está solteira e faz aniversário em 19 de junho.
Aos 12 anos, já integrava a seleção de atletas de Handball e Voleibol do Clube Paulo Afonso (CPA) e do Colégio Paulo Afonso (COLEPA). Tinha dentre os seus maiores incentivadores o casal de professores Fred e Marilena. A adolescência e juventude estiveram entrelaçadas com os eventos esportivos.
Aos 16 anos recebeu o convite da seleção baiana de Handball, mas, não pode ingressar nos treinos por restrições paternas (julgava ser cedo demais para tal peripécia). Formou-se no ensino médio em Contabilidade pelo Colégio Sete de Setembro.
Aos 21 anos saiu de Paulo Afonso para a realização de mais um sonho e outra etapa de sua vida: cursar Educação Física. E assim o fez. Formou-se pela Universidade Estadual da Paraíba.Terminado o curso, mudou-se para o Xingó – SE, onde, por 02 anos foi professora de educação física na UNEX I.
Em Paulo Afonso, trabalhou no extinto IEPA, instrutora de natação por 05 anos no CPA, e atualmente é pós graduada em Educação Física escolar e exerce a função de treinadora e professora no colégio Montessori e Polivalente.
Por acreditar que o esporte é um dos grandes suportes para uma vida mais saudável e íntegra, mantém, juntamente com mais 02 amigos (Isaías e Antenor) um grupo de apoio ao esporte denominado: Vôlei/P.A., que de maneira voluntária, habilita jovens das mais diferentes idades e proveniência social (os encontros acontecem às quartas-feiras à tarde e sextas às 18h no CPA), no treinamento de vôlei.
“O esporte me ajudou e ajuda a sonhar, buscando o melhor pra mim e para os que estão ao meu redor, por isso, almejo que os dirigentes de esportes da cidade sempre estejam dispostos a abraçar boas causas como esta, dando o apoio necessário para tais realizações como o tem feito agora esse clube que eu cresci, amadureci e hoje me fornece o espaço e outras formas de sustentar o nosso trabalho”
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