Acontece no período de
Rota 1 : Jeremoabo, Novo Triunfo, Antas, Cícero Dantas e Euclides da Cunha;
Rota 2: Paulo Afonso, Santa Brígida, Pedro Alexandre e Coronel João Sá;
Rota 3: Glória, Rodelas, Chorrochó, Macururé e Abaré.
A gerencia Regional da EBDA
Dentre os objetivos do programa está a preservação e conservação do solo, da água e da vegetação nativa, possibilitando o bem-estar das comunidades envolvidas, promovendo a cidadania e favorecendo a melhoria da qualidade de vida. A mobilização social envolve discussões sobre desertificação, recuperação de ecossistemas degradados e convivência harmoniosa com o semiárido; a ampliação do Grupo de Trabalho (GT) para discutir o tema, acompanhar e elaborar o PAE-BA.
“Só podemos mitigar, ou seja, diminuir os efeitos da desertificação com ações integradas e essas ações terão de ser definidas ouvindo a sociedade. Quem mais conhece o semi árido é quem vive no semi árido, e isso passa por considerar soluções como uso de aguadas, cacimbas, de saber como lidar com a chuva e de criar cadeias produtivas que fixem as pessoas no semi árido”, afirmou o diretor geral do INGÁ, Julio Rocha.
O programa pretende traçar um diagnóstico socioambiental e territorial das áreas atingidas para subsidiar políticas públicas de convivência com o semi-árido e mitigação dos efeitos da seca. O objetivo é desenvolver ações de preservação e conservação do solo, da água e da vegetação nativa.
Na Bahia, são 289 municípios classificados como Áreas Susceptíveis à Desertificação (ASD), o que equivale a 86,8% do território baiano (490 mil km2). Com base na Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), essas áreas se caracterizam por longos períodos de seca, seguidos por outros de intensas chuvas. Segundo Anttonio Almeida Junior, Gerente Regional da EBDA, “ambos os processos, secas ou chuvas intensas, costumam provocar significativos prejuízos econômicos, sociais e ambientais”.





