Por Neumy José (Morador do Bairro Prainha)
Não é de hoje que os moradores do Bairro Prainha vêm sofrendo com tanto descaso por parte de um prefeito mentiroso e que gosta de enganar sempre as pessoas. A lamentação é constante, pois não é possível que este povo sofrido ainda tenha a coragem de dar um voto a este homem.
Pior é um secretário de saúde sem rumo e sem simpatia, que veio cheio de perseguições aos funcionários da saúde e maltratando as pessoas que sofrem, por exemplo, com a falta de estrutura do PSF (Posto de Saúde da Família) da Prainha, o povo fica em fila e no sol de machucar, esperando o posto abrir as 13:00.
Secretário você diz que veio para ficar 06 anos na prefeitura, mas não esqueça que o povo pauloafonsino é quem pode dizer isso, pois pelo que você vem fazendo não merece ficar mais nem um ano. Veja as fotos e diga alguma coisa já que você é bom de lábia, nós moradores deste bairro queremos ação e não lero lero .
O prefeito não está nem ai para este bairro, não existem políticas pública para o desenvolvimento desta comunidade, como fica o seu coração ao ver uma cena que eu vi aqui, uma criança de aproximadamente 09 anos de idade, com 05 pedras de craque em uma mão e na outra, um pouco de dinheiro negociando drogas, simplesmente eu chorei ao presenciar tal cena, por isso que digo: é um descaso com o nosso bairro. Pois o mesmo não tem se quer uma quadra de esporte, não tem um colégio para dar educação as crianças e fazê-las cidadãs pauloafonsinas.
A única coisa boa que temos neste bairro é uma equipe excelente do PSF que trabalha com prazer para atender bem este povo. "É obrigação moral e ética de qualquer governo do mundo colocar a saúde do seu povo como prioridade zero, porque, se a pessoa não tem saúde, a pessoa não tem disposição para nada." (Luiz Inácio Lula da Silva)

Revolta entre os moradores da Prainha
E ATENÇÃO! Logo mais o Portal ozildoalves.com.br postará um vídeo exclusivo, direto do Bairro Jardim Bahia, mostrando a revolta dos moradores com o gestor da saúde municipal e com o prefeito da cidade. São mulheres, crianças, bebês, gestantes e pessoas idosas que, na última terça-feira (22/11), ficaram mais de 6 horas, em pé, esperando um atendimento no PSF daquele bairro, debaixo de muito sol, com sede e fome.





