Coluna de Levi Vasconcelos (Jornal A Tarde)
Circulando por Salvador a pretexto de ver parte dos estragos causados pelas últimas chuvas, o Ministro das Cidades, Mário Negromonte, afirmou que vai bem, obrigado.
Disse que os atritos internos do PP entre ele e parte dos 42 deputados federais e quatro senadores, que ameaçam sua permanência no ministério, estão superados.
O presidente do partido, senador Francisco Dorneles, procurou a ministra Ideli Salvatti para dizer que os 27 diretórios estaduais do PP o apoiam. E também convenceu os adversários do ministro entre os 42 deputados federais e quatro senadores de que ruim com Negromonte, pior sem ele. Dilma não daria ao partido dividido a oportunidade de indicar outro se o fogo cruzado interno permanecesse.
“Vasculharam minha vida dos pés à cabeça e não acharam nada. Só há duas condições para eu sair. Se Dilma quiser ou se eu quiser. Eu não tenho apego a cargo, a presidente é quem decide”, disse Mário.
Negromonte atribui as questões relacionadas à disputa política em Paulo Afonso as denúncias de que ele pediu à Chesf para colaborar com a Festa do Bode.
“Mário Júnior é candidato a prefeito e está pontuando bem. E isso está incomodando”.





