10 de maio de 2026

O “Cabo de Guerra” e o Governador!

Por

Por Carlos Alberto de Souza
carlosalberto.eficaz@hotmail.com


“Cabo de Guerra na ordem unida do Exército Brasileiro é uma corda puxada de um lado para outro por dois grupos de soldados igualitários, prá lá e prá cá, várias vezes, vencendo aquele que cansar o outro”.


No figurado militar, retrata-se a real dinâmica do cenário político eleitoreiro de Paulo Afonso quando o Governo Municipal e a Oposição disputam, como em um “cabo de guerra”, a presença do ausente governador da Bahia em seus palanques, ambos maculados com “presenças envernizadas”, intrínsecas ao mensalão, ao ficha limpa e aos “negócios” locais no INSS, ora banalizados na sucessiva coletânea de escândalos que se propaga nas avenidas da politicagem desvairada cleptomaníaca tupininquim, espraiando-se nos poderes da República, como o cupim e o morcego, destruindo e chupando o sangue, respectivamente, dos eleitores e contribuintes.


Apesar dos “rigores” da Lei Eleitoral, o apoio da “máquina” do Estado é de suma relevância em uma campanha política. Seus recursos humanos e econômicos podem até decidir uma eleição. Mas, o apoio político de Jacques Wagner, conhecido na região como “governador-promessa”, principalmente por reiteradas promessas da UTI e da Rodoviária, e por ser parcimonioso com subsídios econômicos para a cidade e outras da 10° Região Administrativa da Bahia, contribuindo para a deficiência na Saúde e para o estagnatismo econômico e social de seus habitantes, não é de se jogar fora, mas, também, não tem esta importância toda para tanta competição, haja vista a decepção estampada na maioria de seus eleitores, cansada de tanta promessa não cumprida.


Neste imbróglio, sentindo-se disputado em um “cabo de guerra”, sem oposição na cidade e região, sem ninguém para criticar sua administração e cobrar as promessas e políticas públicas para o coletivo, Jacques Wagner, segue incólume com suas gestões que, até o momento, como “fumaça que não assa carne”, não contemplaram Paulo Afonso com relevância, apesar de toda unanimidade política caudatária, crassa ou não, ora, estar ao seu lado, ratificando a máxima de Nelson Rodrigues de que toda unanimidade é burra, também, na esquecida “cidade-luz”. O aguçado “desconfiômetro” do povo deverá nortear o voto nas próximas eleições. Quem viver verá!

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