Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteração no projeto original
Sou ex-funcionário da Chesf, trabalhei mais de 30 (trinta) anos em várias áreas desta grandiosa empresa nas funções de fiscal de obra, coordenador de equipe e Auxiliar de Engenheira III..
No ano 75 (setenta e cinco) participei efetivamente deste grandioso empreendimento monumental, juntamente com outros companheiros Engenheiros e Técnicos, altamente conhecedores treinados no assunto em concreto Protendido, por nomes de Enio Góis, Lucas Suassuna, Jânio Teixeira, Ivan Nóbrega, Jefferson Félix e outros mais, em meados de março de 1975, até a sua conclusão em novembro de 1978, conforme testemunhas (colegas acima citados) e documentos que apresentarei a seguir.
Pelo período de vivência e presença no dia-a-dia nesta obra, repito que não concordo com os trabalhos de alargamento e ao mesmo tempo conclamo a população e a sociedade para não aceitar qualquer tipo de degradação aleatória, onde poderá causar altíssimo risco de uma possível catástrofe, pois essa ponte é totalmente diferenciada das demais pontes em concreto armado convencional.
Essa obra foi dada início em março de 1975 pela Construtora CETENCO ENGENHARIA S.A., coincidentemente na época da conclusão do Sistema Extravasor da Barragem Móvel e escavações das embocaduras I, II (desemboque) da bacia de decantação de Moxotó-AL., ou seja, início e prolongamento entre o Canal de Desvio que alimentaria no futuro a outra bacia de decantação (logo de PA-IV), trechos compreendidos entre a Vila Moxotó, Jardim Bahia até um determinado trecho do bairro prainha pela Construtora MENDES JÚNIOR S.A., no final de sua rescisão de contratual com contratante Chesf, (em junho de 1976).
Aos
Excelentíssimos Senhores.
Prefeito, Vereadores, Autoridades e DNIT.
Site-redacao@ozildoalves.com.br
M.D.
Prezados Senhores,
Assunto: Advertência (riscos/catástrofe) em apoio Embargo do Alargamento da Ponte Sobre Canal de PA-IV (Ponte de Acesso a Cidade).
De acordo com as indagações, explicitamente divulgadas neste Site, publicando que o Legislativo está cobrando do Executivo esclarecimento sobre o embargo dos trabalhos de alargamento da Ponte Sobre o Canal de PA-IV, acesso a cidade.
Eu, cidadão apolítico, natural de Paulo Afonso, não gostaria de me envolver neste tão polêmico assunto técnico e estratégico. Endosso que sou contra qualquer modificação e alteraçã





