14 de abril de 2026

OAB de Paulo Afonso apoia greve dos servidores do poder judiciário

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atualizada e retificada às 16:00


 


Presidente da OAB/PAF reitera seu apoio à greve do judiciário


 


Agencia de noticias de Paulo Afonso (ANPA)


 


A presidente da OAB, subseção de Paulo Afonso, Isabel Cristina de Oliveira considerando que está havendo interpretação equivocada entre a manchete da matéria veiculada na imprensa local e o contexto da Nota Oficial e sua fala em entrevista concedida ao programa Falando a Verdade comandado pelo radialista Anderson de Souza, no que pese a greve, encaminhou a Agencia de Noticias de Paulo Afonso nota esclarecendo o equívoco. Em um trecho da nota a doutora Isabel reitera seu apoio à greve.  A magistrada ressalta que vem reivindicando que a seccional da OAB, através do presidente Saul Quadros, possa servir de mediador entre as partes, numa tentativa de que com brevidade seja firmado acordo e as atividades do poder judiciário voltem ao normal, disse.


 


“Para que a democracia não pereça, a salvação está na Justiça”, diz Doutora Isabel.


Da Agência de Notícias de Paulo Afonso (ANPA)


 


Já dura mais de uma semana a greve dos servidores do Poder Judiciário da Bahia, que tem como principal reivindicação a correção de injustiças salariais, que segundo os manifestantes discriminam os serventuários do interior do estado, com diferenças de vencimentos consideradas absurdas, chegando em alguns casos, a elevar em até 150% os salários básicos de alguns servidores agraciados pela concessão de benefícios injustificáveis.


Preocupada com a paralisação, que tem causado prejuízos a população de Paulo Afonso, a presidente da OAB – Subseção local – advogada Isabel Cristina de Oliveira, emitiu nota de repúdio aos motivos da greve e conclamou toda a sociedade a se unir pela normalização dos serviços o mais rápido possível. –“Está na hora de se voltar para a consciência de que a Justiça presta serviço ao cidadão, que por sua vez, paga altos impostos para manter a estrutura que a sustenta”, diz a advogada. Segundo ela, a falta de diálogo entre as partes envolvidas “submete toda a sociedade, inclusive os advogados, aos caprichos de quem pode mais”.


Em um trecho da nota, Doutora Isabel faz questão de frisar que todo servidor tem direito legítimo de reivindicar, porém observa que a sociedade tem se conformado com a morosidade judiciária, o que nos leva a entender que o cidadão já se acostumou com a injustiça. – “Temos o dever legal de intervir no processo corrente para agilizar o fim da greve; o Poder Judiciário é o mais importante dos poderes, visto que quando os outros deixam de cumprir seu dever, a salvação está na Justiça para que a democracia não pereça”, disse a advogada.

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